Alecsandro assume artilharia e cria dor de cabeça no Fla.

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UOL – O técnico Vanderlei Luxemburgo já tem na cabeça
um time ideal desde que fechou o elenco neste Campeonato Carioca. Porém, um
reserva de luxo está criando uma dor de cabeça para o treinador. Trata-se de
Alecsandro, que iniciou a temporada como opção de Marcelo Cirino, mas
aproveitou bem as chances obtidas e virou artilheiro do Rubro-negro na
temporada após marcar os dois gols da vitória diante do Vasco, no último
domingo, no Maracanã.
Marcelo Cirino foi contratado e Luxemburgo
tratou de torna-lo o principal atacante do time e não jogando apenas pelos
lados de campo como fez em toda a carreira. O ajuste deu certo e o jogador
marcou 8 gols em 13 jogos disputados. O problema é que Alecsandro tem mostrado
todo o seu faro de gol: ele foi titular em apenas cinco das 11 partidas em que
atuou. Foi o suficiente para empatar com o companheiro na artilharia.
Desde a pré-temporada, Luxemburgo deixou claro
que queria um ataque veloz e com variação de jogadas. Desta forma, Paulinho,
Everton e Marcelo Cirino foram o trio ideal para o treinador. Com o retorno dos
dois primeiros do departamento médico, o sonho de Luxa ficou próximo de se
tornar realidade. Mas o que fazer com Alecsandro?
Luxemburgo já pensa em alguma formação para que
Alecsandro não saia do time. Para isso, ele poderá ser obrigado a recuar um dos
principais jogadores do time, que tem tido grande desempenho mais próximo ao
gol. Uma verdadeira dor de cabeça.
“Não coloquei o Paulinho aberto. O Márcio
Araújo acompanhava um lateral, o Everton outro, e tinha Paulinho e Marcelo
enfiados. Mantive a linha de quatro e tivemos possibilidades de matar o jogo.
Faltou o passe final. Dá para jogar com os três e o Alec, ou recuar o
Everton… Temos muitas opções para mudar o jogo”, projetou Luxa.

Com 26 pontos, o Flamengo assumiu a terceira
posição e está na briga por uma vaga nas semifinais do Campeonato Carioca. O
Rubro-negro volta a campo nesta quarta-feira, às 22h, quando receberá o Bangu,
no Maracanã. Com a expulsão de Paulinho, o treinador ganhou um pouco mais de
tempo para pensar, mas não tanto.

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