Flamengo x Vasco: a chuva diminuiu e a rotina continuou.

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Falando de Flamengo – Apenas o terceiro mês de
2015 e o Vasco já sofreu duas vezes na mão do seu eterno Flamengo doutrinador,
ampliando a nossa série de jogos sem perder para o time entendedor de segunda
divisão, que por sua vez ainda era o único invicto na competição.

A tremedeira fica tão grande neles quando dão
de cara com o Manto vermelho e preto, que na metade dos 45 minutos iniciais o
Martin Silva deu de presente o primeiro gol do jogo pra gente por causa de “uns
pingos de chuva que caíam de leve” no Maracanã. Esse mesmo chuvisco fez com que
a partida fosse interrompida e começasse a grande polêmica da noite. Em
Flamengo x Vasco sempre tem que acontecer alguma coisa, né? Não é possível tudo
decorrer normalmente.
Por ter coisas mais legais e importantes pra
fazer, não me preocupo em entender a fundo o regulamento em seus detalhes, mas
parece que se não fosse possível continuar o jogo ele seria remarcado e
começaria do zero, tanto no cronômetro quanto no placar. Particularmente
considero injusto, já que a bola estava rolando e o Flamengo não tem culpa das
condições climáticas e menos ainda do mole que o goleiro deu.
Mas beleza, a chuva deu uma diminuída e a
drenagem contribuiu para que o gramado saísse do seu estado de piscina. O
problema é que logo após o recomeço da partida, o Vasco parecia mais ligado e
acabou rapidamente conseguindo o empate.
Apesar desse lance específico que ocasionou o
gol, achei o Flamengo superior durante todo o tempo. A grande questão é que
fizemos muitas faltas próximas da área e oferecemos muitos escanteios, mesmo
que todos já soubessem que o principal perigo que o Vasco podia oferecer estava
nas jogadas de bola parada.
O fato é que na verdade os dois times estavam
batendo bastante. Na parte final inclusive teve aquela confusão generalizada
com quatro expulsões de uma só vez. Todas foram justas, menos a do Paulinho que
ia levar cartão amarelo antes de começar o caos que mudou as coisas por ali.
No geral o time mais uma vez jogou muito bem.
Conseguiu armar excelentes contra-ataques e como também já é característico,
ofensivamente se comportou sempre com muita velocidade. Em uma dessas jogadas,
o Guiñazu fez pênalti no Marcelo Cirino e o Alecsandro marcou o segundo gol
dele fechando o placar. Ainda sobre o quesito velocidade, com um adicional de
habilidade braba, o Éverton voltou e já chegou dando trabalho pra zaga adversária.
Diferente do que acontece no “campeonato à
parte” do Eurico, onde vencemos mais uma vez sem surpresa pra ninguém, no
campeonato que vale a tabela está bastante disputada. Dos quatro primeiros
colocados, três estão com 26 pontos e o Botafogo lidera com 28. Ou seja,
qualquer um que vacilar daqui até o final, perde a posição. E como faltam
somente quatro rodadas, é bom ficar ligado para que a gente consiga chegar ao
topo.

Felippe Fogli

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