O que não faltou foi ‘sangue nos olhos’ do Flamengo.

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Lancenet – A chuva até que tentou atrapalhar o
clássico. Entretanto, o esquema adotado pelo técnico Vanderlei Luxemburgo
também quase colocou tudo a perder na partida contra o Vasco. Mesmo com três
volantes no meio de campo, a zaga ficou bastante desguarnecida no primeiro
tempo. Ainda por cima, a bola só chegava ao ataque à base de chutões da defesa,
principalmente dos pés de Bressan. Mas com toque de mestre, e sangue nos olhos,
o Rubro-Negro conseguiu achar os atalhos para vencer o “Clássico dos
Milhões”.
Como Canteros e Márcio Araújo eram os
responsáveis por armar as jogadas, faltava qualidade no passe. Assim, Marcelo
Cirino e Gabriel não renderam o esperado. Jonas, por sua vez, que saiu antes
mesmo da paralisação, estava bastante perdido, e o panorama se manteve até o
fim da primeira etapa.
Se a sorte não ajudasse, e Alecsandro
aproveitasse inteligentemente a oportunidade, o jogo teria outras dimensões até
o intervalo. Só para constar, essa foi a quinta partida dele pelo Flamengo
contra a ex-equipe. Até então não tinha marcado.
Até que Everton, enfim, após quase um mês
parado, entrou e deu mais opções ao time. Mesmo como ala esquerda, o camisa 22
imprimiu velocidade, veio buscar jogo no meio. Além disso, Luxemburgo pôde
abrir Marcelo Cirino na direita, lugar que ele conhece bem. A partir daí, o
Flamengo cresceu na partida e dominou a maior parte do tempo. A entrada de
Paulinho, também vem sendo importante para o Flamengo. Pena que desta vez foi
diferente, jpa que foi expulso pouco tempos depois de entrar em campo.
Luxemburgo, porém, precisa arrumar alguma
solução para resolver o problema de seguidos cartões na defesa rubro-negra. No
próximo jogo, contra o Bangu, o treinador não poderá contar novamente com
Wallace, que levou o terceiro amarelo.
Definitivamente, Flamengo e Vasco é um
campeonato à parte. A vitória pode ter valido mais três pontos e levado o
Rubro-Negro à terceira colocação. Além disso, o resultado mantém o grande jejum
sem perder do Vasco. Três anos se passaram…

Pedro Barboza

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