Kleber Leite sugere férias ao Flamengo e chance à juniores.

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KLEBER
LEITE – Como o time do Flamengo a mais nada aspira neste campeonato brasileiro
e, na certeza de que fatos novos surgirão no futebol, independentemente de quem
venha a vencer a eleição para presidente, a primeira providência é dar férias
coletivas para os profissionais, principalmente aqueles que se tenha a quase
certeza de que permanecerão no ano que vem.
O
motivo? Simples. O novo comando do futebol terá mais tempo para trabalhar o
elenco no ano que vem, com os jogadores se apresentando com praticamente duas
semanas de antecipação, já que o último jogo pelo campeonato brasileiro será
realizado no dia 06 de dezembro.
Que
se coloque um time mesclado por juniores, juvenis etc… nos dois últimos jogos,
contra Atlético Paranaense e Palmeiras. Com isso, vai se ganhar duas semanas de
preparação para o que interessa, que é a próxima temporada.
O
passarinho rubro-negro que passou piando anunciando novidades no comando
técnico, não voltou mais. Deve ter encontrado alguma “passarinha” interessante
por aí… Apenas como lembrete, no seu último voo, passou “piando” que tudo iria
acontecer a partir desta segunda-feira, dia 23.
Aguardemos,
pois…
MAURICIO MACRI
A
Argentina, respirando novos ares, tem um novo presidente. Venho acompanhando há
muito tempo a vitoriosa caminhada de Mauricio Macri na política argentina, onde
é o atual prefeito de Buenos Aires e, ontem, eleito presidente da Argentina.
Tenho
torcido muito por ele, querido amigo, que conheci em 1995, quando aqui eu
assumia a presidência do Flamengo e ele a do Boca Juniors, onde oficialmente
ficou até 2008. Tentamos criar juntos alguns fatos novos no futebol
sul-americano, como por exemplo, a abertura de temporada envolvendo os quatro
mais populares clubes de Brasil e Argentina. A Copa seria denominada “Copa do
Povo”, sendo disputada anualmente, um ano lá e um ano cá. Claro que, os
participantes seriam, Flamengo, Boca, Corinthians e River Plate. Aqui a coisa
até que caminhou bem, mas houve um entrave na AFA e, o sonho ficou no papel.
Mauricio
foi também um grande companheiro na luta por cotas melhores, mais justas, para
os grandes clubes do continente, nas competições promovidas pela Confederação
Sul-Americana. Hoje, posso contar que Flamengo e Boca tiveram privilégios.
Afinal, com todo respeito a clubes de menor expressão que participaram, e
participam, das competições continentais, são os gigantes como Flamengo e Boca,
entre outros poucos, que dão força e credibilidade às competições.
Entendemos
à época e, acertamos na mosca que, juntos teríamos muito mais força nos pleitos
à CONMEBOL e às emissoras detentoras dos direitos de televisão. Mauricio foi
sempre um grande parceiro. Lealíssimo. E, além disso, uma doce e
agradabilíssima figura humana. Estivemos juntos recentemente em Punta del Este,
onde almoçamos no delicioso Hotel Las Cumbres de la Ballena.
Sem
medo de errar, este é um dos mais vitoriosos amigos com quem tive o privilégio
de conviver.  Presidente do Boca, quatro
vezes campeão da Libertadores e duas vezes campeão mundial. Na política,
prefeito de Buenos Aires e Presidente da Argentina. Como diria o meu doce
“Velho Apolo”, Washington Rodrigues, “É mole, ou quer mais?”
Parabéns
aos argentinos. Elegeram, para dirigir o país, um ser iluminado.
Toda
sorte do mundo, querido amigo. Pela “herança”, você vai precisar…

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