“Ser torcedor do Flamengo é algo diferente”, diz Gegê.

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Foto: Rafael Rezende/GRN

GARRAFÃO
RUBRO-NEGRO
: Na história do basquete brasileiro, dois times conseguiram o feito
do tetracampeonato consecutivo: Monte Líbano e Flamengo. No time da Gávea,
apenas quatro jogadores estiveram presentes em todas as conquistas: Gegê,
Marcelinho, Marquinhos e Olivinha. O primeiro chegou ao clube em 2010 e, meses
depois, se sagrou campeão da LDB. No fim de 2011, foi para o Tijuca, onde se
destacou no NBB 4. Não demorou muito para retornar ao Fla, no início da
temporada 2012-2013.

De lá
para cá, George Frederico Torres Homem Chaia só tem motivos para sorrir. Aos 25
anos, o armador, que não esconde o amor pelo Rubro-Negro, começou a entrevista
com um trecho de uma música muito cantada nos estádios e ginásios, e colocou na
balança tudo que já viveu até o momento.
– Minhas
primeiras palavras são as seguintes: amor maior não tem igual. Eu não gosto de
ficar contando vantagem, mas esse é meu quarto ano no Flamengo e meu décimo
segundo título como profissional. Acho que não tem alegria maior que essa.
Jogar no seu time de coração e fazer história é fantástico. Quando estou na
arquibancada, sinto o que é ser Flamenguista . Sobre sofrer críticas, é
impressionante. Quanto mais você ganha, mais difícil fica. A dificuldade vai
aumentando e as cobranças também, mas Flamengo é isso. Quando nós enxergamos
essas dificuldades, gostamos mais – comemorou.
O
camisa 19 analisou a partida que deu o quinto título do NBB ao Flamengo e
parabenizou todos do elenco. O jogador revelou que a semana foi longa.
– Mais
do que concentração e foco, esse time está de parabéns. É um grupo novo, que
está marcando seu nome. A semana foi longa, de muito trabalho e nós sabíamos
que não podíamos repetir a atuação do quarto jogo. Tudo ocorreu do jeito que
imaginamos e conseguimos o título – explicou.
Torcedor
de arquibancada desde a infância, Gegê é figura carimbada na Urubuzada,
organizada que acompanha o Flamengo em todos os esportes. O armador afirmou que
não existe bem mais precioso que a torcida.
– O
que foi feito nesse quinto jogo tem que ficar marcado na história do Flamengo,
não tem preço atuar na Arena Olímpica diante da Nação. O maior bem do Flamengo
é sua torcida. É indescrítivel, fico muito feliz por fazer parte da conquista.
Ser torcedor do Flamengo é algo diferente, mas ser campeão pelo Flamengo é
muito melhor. Eu cresci na arquibancada. Sempre acompanhei os jogos na
Urubuzada. Já perturbei eles, quebrei bambus de bandeirão e dei um trabalho
danado. Agora, eles sabem que o que faço na quadra é para representá-los. Essa
reciprocidade é bem legal – finalizou.

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