Brasileirão pode ter meia artilheiro depois de 14 anos.

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Foto: Pedro H. Tesch/Agência Eleven/Gazeta

ESPN: Atacantes
ajudam na marcação, trocam passes, mas têm uma função primordial: marcar gols.
Mas a edição de 2016 do Campeonato Brasileiro mostra que não são apenas eles
que decidem partidas balançando as redes.

Na
noite de segunda-feira, o meia Diego Souza marcou duas vezes para o Sport na
vitória por 3 a 0 sobre o Grêmio, em Porto Alegre. O camisa 87 da equipe
pernambucana tem, agora, 13 gols feitos na competição. Ao lado de Fred, ele
lidera a lista de artilheiros do Brasileiro.
Além
dele, outros meio-campistas colaboram muito ofensivamente: Vitor Bueno, do
Santos, já fez dez; Cícero e Gustavo Scarpa, do Fluminense, fizeram oito cada.
O
feito está longe de ser comum no futebol nacional. Desde o início do Campeonato
Brasileiro, em 1971, apenas três goleadores não eram atacantes de origem.
Há 14
anos, Rodrigo Fabri comemorou 19 gols pelo Grêmio. O meia-atacante do time
gaúcho dividiu a liderança no quesito com um centroavante, o são-paulino Luís
Fabiano.
Antes
disso, dois grandes nomes da história do Campeonato foram artilheiros mesmo
atuando em outras posições.
O
primeiro deles foi Pedro Rocha. O uruguaio naturalizado brasileiro fez carreira
no São Paulo e, pelo clube do Morumbi, marcou 17 vezes no Brasileiro de 1972.
Porém, assim como no caso de Fabri, um atacante esteve ao seu lado: Dadá
Maravilha, ainda pelo Atlético-MG.
O
outro meia ‘matador’ apareceu nos anos 80. Em 1980 e 1982, Zico comandou dois
títulos do Flamengo e, de sobra, levou a artilharia: marcou, respectivamente,
21 e 20 gols.

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