“É Flamengo x Vasco, não tem jogo frio”, prevê Hélio.

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Foto: Paulo Fernandes/Vasco.com.br

SPORTV:
Na última segunda-feira, a Fiba (Federação Internacional de Basquete) suspendeu
a Confederação Brasileira de Basquete de participar de competições da entidade
por não cumprir com as obrigações de uma federação filiada. O armador Hélio, do
Vasco, afirma que o problema existe há anos e espera que esse seja o fundo do
poço. O jogador de 35 anos espera que a medida vem para mexer com a modalidade
e que traga benefícios para o Brasil.

– A
gente fala que tomara que seja o fundo do poço para dar uma chacoalhada, e as
coisas melhorarem. Às vezes é preciso acontecer uma situação dessa, identificar
essa situação e ver o que tem que ser feito. Como jogador, às vezes é difícil
falar de fora porque tem muita coisa que acontece internamente. Até difícil
saber a fundo o que é. Mas existe um problema que é de muito tempo. Então vamos
ver quem é responsável por isso, que possa ajudar o basquete, que é uma
modalidade tão querida e tão praticada no Brasil. Às vezes é preciso de uma
chacoalhada para as coisas voltarem aos seus lugares e para o basquete voltar a
crescer novamente – afirmou.
Entretanto,
Hélio lamento que técnicos e jogadores não tenham maior poder de atuação no
basquete brasileiro. Para o armador, ainda há muito coisa para ser feita, mas
elogia o Novo Basquete Brasil.
– A
gente conversa muito, mas é muito complicado. A gente queria poder fazer muito
mais. Tem muita coisa para se fazer, para se ajeitar. Acho que o NBB é um
grande passo para isso, que tem oito, nove anos de campeonato. O caminho tem
que ser esse. Técnicos, associações de jogadores, isso tudo tem que ser
fortalecido para fazer o crescimento do esporte – disse.
Armador
do Vasco, Hélio se diz ansioso para o confronto contra o Flamengo pela final do
Carioca. As equipes já jogaram os dois primeiros jogos, com uma vitória para
cada lado. Mas a terceira e decisiva partida está marcado apenas para o dia 6
de dezembro. O jogador diz que esse tempo entre as finais esfria um pouco os
ânimos, mas garante que tudo sera reaquecido conforme o jogo se aproximar.
– É
ruim (esse tempo entre as finais). Mas é o que se pôde fazer pelo calendário.
Tem muitos jogos do NBB, não pode jogar duas vezes dentro de 48 horas, tem uma
série de fatores aí. Mas é ruim porque tem uma série de decisões, de impasses,
e o jogador quer jogar, ainda mais uma final de campeonato com a maior
rivalidade do basquete nacional, na minha opinião. Dá uma esfriada. Mas tenho
certeza que quando chegar final de novembro, as coisas vão esquentar de novo. É
Flamengo x Vasco. Não tem jogo frio – afirmou.

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