Folha de São Paulo desrespeita Chapecoense e usa o Flamengo.

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Foto: Screenshot / Folha de São Paulo

FOLHA
DE SÃO PAULO
: A Chapecoense é um raro exemplo de sucesso no futebol brasileiro
dentro e fora do campo.

O
Furacão do Oeste catarinense pegou a experiência de sucesso dos empresários
locais (da indústria de carne) para subir a cada ano no mundo da bola.
Ao
contrário dos grandes clubes brasileiros, a Chapecoense tem um orçamento
enxuto, executivos de sucesso na iniciativa privada no comando e jogadores
desconhecidos ganhando salários “realistas”.
A
fórmula deu certo novamente neste ano. O time da cidade de apenas 200 mil
habitantes ganhou o campeonato catarinense, está em nono lugar no Brasileiro e
chegou na final do torneio continental.
Desde
2008, quando os executivos locais decidiram investir no futebol, a Chapecoense
teve uma ascensão rápida. A equipe pulou da Série D para a A em cinco anos.
Desde
2014, o time está na elite do futebol nacional.
No
início do ano, quando fui fazer uma reportagem sobre a experiência de sucesso
do agronegócio no futebol, os dirigentes me contaram que o orçamento para 2016
seria de cerca de R$ 45 milhões (quase dez vezes menor ao do Flamengo, que
pretende gastar R$ 400 milhões em 2016).
“Dinheiro
demais também pode atrapalhar. O importante é saber gastar e conseguir se
sustentar sem depender dos outros”, contou o presidente do Conselho
Deliberativo da Chapecoense, Plínio David De Nês Filho, o Maninho.
“O
nosso modelo evita depender dos cofres públicos. Acreditamos que a prefeitura
não precisa investir no futebol, mas na educação e na saúde da população”,
acrescentou Maninho, que por pouco não embarcou no avião. Ele ficou em São
Paulo.

Sério Rangel

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