Kayke, ex-Flamengo, admite querer voltar ao Brasil.

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Kayke atualmente defende o Yokohama Marinos – Foto: Masashi Hara/Getty Images

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: Um dos destaques do Flamengo na melhor fase da equipe em 2015, quando o
Rubro-Negro conseguiu seis vitórias seguidas no Campeonato Brasileiro, Kayke
foi negociado com o Yokohama Marinos (JAP) no início da atual temporada. Apesar
de adaptado ao futebol japonês, o atacante admitiu, com exclusividade ao
FOXSports.com.br, que um retorno ao país de origem para 2017 está
‘amadurecendo’. Um dos motivos que aceleraram a ideia de voltar foi o susto com
o terremoto que passou com a família nesta semana.

“Não
foi o primeiro. Já tive outras duas experiências, mas que foram mais
tranquilas. Na verdade, senti muito medo. É uma sensação de impotência total,
sem saber o que fazer. Graças a Deus, ficou tudo bem comigo e minha
família”, afirmou o atacante, que diz ter uma vida profissional bastante
confortável no Japão, bem diferente dos sustos causados pela natureza.
“A
vida é mais tranquila do que a do Brasil. Tenho mais tempo para ficar em casa
com a família. Não temos concentração e isso ajuda. As viagens são feitas de
trem-bala, o que desgasta menos do que uma viagem de avião. É uma experiência
nova jogar no Japão, mas tem sido muito boa”, destacou Kayke.
Com
oito gols em 30 jogos na atual temporada, o desempenho individual até que deixou
Kayke satisfeito, mesmo sem títulos pelo clube. De férias, o jogador chega ao
Brasil nas próximas semanas para descansar e admitiu que algumas sondagens já
foram feitas. Um retorno ao futebol brasileiro em 2017 é algo que ganha força
na cabeça do atleta.
“Conversei
com o meu empresário para organizar o melhor para 2017. Eu tenho contrato
longo, até o fim de 2019, mas existem outras possibilidades que podem
acontecer. Se forem coisas boas, vamos analisar. Já deixei claro para o
Yokohama Marinos o interesse de outras equipes. Se acontecer algo oficialmente,
vou apresentar ao clube. Se for algo bom para os dois lados, vamos conversar.
Não descarto nenhuma possibilidade. Nem ficar no Japão, nem voltar ao Brasil,
que é o meu desejo”, ressaltou.

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