“Nos incentivou e não acabou por aqui”, diz Muralha sobre cheirinho.

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Muralha, goleiro do Flamengo, também defende a Seleção Brasileira – Foto: Lucas Figueiredo/CBF

O
GLOBO
: Se o contato com Tite ainda não é tão grande, a relação com Zé Roberto
ajuda a explicar o crescimento do time no Brasileiro. Em 29 de maio, o primeiro
jogo do treinador foi a segunda partida de Muralha no ano, que resultaria na
sua titularidade definitiva.

— Em
todos os clubes, nunca cheguei jogando, sempre briguei por posição. Aqui, soube
esperar trabalhando. Aquela partida era contra a Ponte Preta, no Moisés
Lucarelli, às 11h. A gente acordou bem cedo e só soube na preleção. Isso me
pegou de surpresa — revelou o jogador sobre a partida que terminou com vitória
do Flamengo por 2 a 1.
No
jogo de hoje, além do vice-campeonato, o rubro-negro vai buscar a primeira
vitória do ano na cidade do Rio. Até agora, foram cinco jogos (quatro empates e
uma derrota). Só no Maracanã, três empates. Muralha lamenta esses pontos
perdidos.
— O
que aconteceu é difícil de explicar. A gente fez o que sempre faz, o que o
professor passa, mas ainda temos a oportunidade de fechar o ano com uma vitória
e nos classificarmos direto para a fase de grupos da Libertadores, evitando
aquela fase pré-Libertadores que é mais complicada. São mais jogos, mais
desgaste, mais viagens.
Grato
pelo “cheirinho” criado pela torcida e alimentado pela equipe durante
uma parte do Brasileiro, ele garante que o aroma vai acompanhar o time na
Libertadores.
— A
torcida fez um jeito carinhoso de nos estimular e pode ter certeza que vai
continuar, sim. Teve uma repercussão muito boa, nos incentivou muito e não
acabou por aqui. No ano que vem, tudo o que nós disputarmos vamos brigar para
sermos campeões — garantiu.

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