Flamengo não perde para o América-MG há 15 anos.

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Foto: Divulgação

UOL: Com
100% de aproveitamento na temporada, o Flamengo tem mais uma missão para
cumprir na noite desta quinta-feira (16). Às 21h30 (de Brasília), os cariocas
enfrentam o América-MG, no estádio Bezerrão, em Brasília. O Rubro-negro terá
uma equipe formada quase que inteiramente por reservas e busca a vaga nas
quartas de final da Primeira Liga.

Ao seu
lado para alcançar o objetivo, o Flamengo conta com um tabu de quase 15 anos e
meio sem derrotas para o América-MG. O último revés foi em 18 de outubro de
2000 – 2 a 1. Desde 9 de setembro de 2001, o Rubro-negro sustenta seis vitórias
e um empate contra os mineiros.
Se
mantiver o bom retrospecto e vencer em Brasília, o time de Zé Ricardo estará
classificado com uma das vagas do Grupo B para as quartas de final da Primeira
Liga.
Passar
de fase antecipadamente é importante para o planejamento, já que o Flamengo
estreia em 8 de março na Copa Libertadores – contra os argentinos do San
Lorenzo – e quer o elenco inteiro para a principal competição da temporada.
Até
por isso, já como parte do planejamento, apenas dois titulares – o goleiro Alex
Muralha e o meia Everton – viajaram para Brasília. O restante do time será
inteiramente reserva. O atacante colombiano Berrío iniciará uma partida pela
primeira vez no novo clube, enquanto o lateral esquerdo Renê fará a sua
estreia. Apesar das alterações, existe a confiança no Ninho do Urubu de que os
jogadores escolhidos possuem condições de trazer um bom resultado na bagagem de
volta.
“Somos
sempre monitorados em relação aos treinamentos e jogos. Quando o desgaste é um
pouco acima eles buscam dar uma recuperada. O Flamengo disputa tudo sempre para
ganhar, independentemente de quem entra em campo. O nosso elenco é bem
qualificado, há vários jogadores de seleção. Quem o Zé Ricardo colocar para
jogar, com certeza dará conta do recado”, comentou o volante Romulo, que
não viajou, assim como Guerrero, Willian Arão Diego, Mancuello, Réver, Rafael Vaz
e outros.
“Não
é um ganho a curto prazo. É uma coisa longa mesmo. Isso tudo evita o desgaste
antes das sequências mais complicadas. É bom para os jogadores que
ficaram”, completou Romulo.

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