Foi pouco, mas, por enquanto, tá bom.

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Guerrero e Rodrigo disputando a bola durante Flamengo x Vasco – Foto: Gilvan de Souza / Flamengo

FALANDO DE FLAMENGO: Por Henrique Dias

Nada
melhor para passar um Carnaval tranquilo do que uma vitória (1 a 0) sobre o
nosso vice de fé. Ainda mais, quando ela acaba com um jejum de quase dois anos
sem vencê-los, e, de quebra, ainda elimina o rival da Taça Guanabara. Não que,
hoje em dia, eu dê muita importância ao Campeonato Carioca, pelo contrário, mas
ganhar do Vasco é sempre bom.
Aliás,
a falta de credibilidade do Estadual ficou provada com a pouca presença de
público no último sábado (25), no Estádio Raulino de Oliveira, em Volta
Redonda, onde apenas 6.979 torcedores estiveram presentes. Também, pudera, a
definição sobre o local da partida aconteceu apenas três dias antes, após
vetos, confusões e muita desorganização, retrato fiel da atual gestão da
Federação de Futebol do Rio de Janeiro (FERJ). Fosse em outros tempos, era jogo
para lotar o Maracanã.
Mas,
voltando às quatro linhas, a classificação do Mais Querido para a final da Taça
Guanabara foi incontestável, apesar de ter sido pelo placar mínimo.
Acompanhando as opiniões de comentaristas de diversas emissoras de rádio e
televisão, não houve um que dissesse o contrário. Minha única ressalva fica por
conta de, em algumas partidas, ainda não transformarmos nossa superioridade em
gols. Diante do Vasco não foi preponderante, já que até o empate nos levaria à
final, mas, em outros confrontos, principalmente na Libertadores, esses gols
perdidos podem fazer falta.
Agora
é aproveitar os dias de Carnaval que restam, porque no próximo domingo (05 de
março), às 16 horas, para variar ainda sem local definido, teremos o Fluminense
pela frente na decisão da Taça Guanabara. Final justa entre os dois times de
melhor campanha e que, na minha opinião, será o nosso teste mais difícil do ano
até o momento.
DIEGO
Nos
últimos tempos, que eu me lembre, nunca um jogador encarnou tão rápido o
espírito rubro-negro, quanto o nosso camisa 35. Dentro de campo com seus gols,
passes e muita raça, e fora dele com suas entrevistas sensatas e seus posts nas
redes sociais, que sempre enaltecem o Flamengo e a sua torcida. Diego provou,
que o bom jogador não precisa de muito tempo para se adaptar ao futebol
brasileiro, mesmo depois de 12 anos na Europa. Parabéns para ele que nesta
terça-feira (28), completa 32 anos.
RÉVER
Nosso
capitão foi muito bem diante do Vasco, ganhou quase todas as jogadas, e cometeu
apenas uma falta ao longo da partida. Sua liderança tem sido fundamental para o
bom desempenho da defesa rubro-negra, que sofreu apenas dois gols em 2017.

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