Felipe dá conselhos para Jorge, ex-Flamengo.

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Felipe não ficou em cima do muro e afirmou quem é melhor entre Roberto Carlos e Marcelo (Arte FOX)

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: Criado no Vasco, maior campeão da história do clube e com passagens por
Flamengo, Palmeiras, Atlético-MG, Fluminense, Galatasaray e Seleção Brasileira,
Felipe, que agora é treinador, tem um currículo invejável no futebol. Em campo,
sempre chamou atenção pela habilidade e visão de jogo, seja como lateral, meia
e até mesmo de atacante. Mas foi na ala que conseguiu os maiores títulos da
carreira.

Em
entrevista exclusiva ao FOXSports.com.br, repetiu tudo aquilo que mostrou
durante os tempos em que se dedicou ao mundo da bola. Não ficou em cima do muro
ao analisar dois companheiros de profissão que fizeram história com a camisa do
Real Madrid: Roberto Carlos e Marcelo:
“Por
ser parecido comigo, eu prefiro o Marcelo. É muito mais habilidoso. Ele é um
craque. Pode jogar como meia tranquilamente em qualquer equipe do mundo. É que
a Espanha ainda gosta de lateral ofensivo, diferente da Itália, Inglaterra e
França, que os laterais são zagueiros”, afirmou o Maestro, que esse ano,
ao lado do ‘irmão’ Pedrinho, comandou o Tigres no Campeonato Carioca.
Ele
falou também sobre a sensação do Flamengo na posição de lateral nos últimos
anos. Depois de subir em 2015, manter uma regularidade impressionante e chegar
à Seleção Brasileira, Jorge acabou vendido para o Monaco no início deste ano.
No entanto, logo em sua estreia no Velho Continente, atuou como meia. Segundo
Felipe, jogar na segunda linha pode se tornar rotina para ex-rubro-negro:
“Tem
dois tipos de lateral. O rápido e forte, além do habilidoso e técnico. O
técnico, geralmente, vai pro meio-campo. O Jorge tem potencial. Pela técnica
que tem, é normal que jogue como meia. É importante que ele evolua, aprenda a
leitura tática da Europa. Todo mundo aprende bastante de tática lá. Espero que
ele cresça profissionalmente”, ressaltou o ex-jogador, que botou o pé no
freio sobre as comparações que fizeram com garoto e o seu início de carreira lá
no Vasco:
“O
Jorge é um excelente jogador, mas ele tem que provar um pouco mais para fazer
essa comparação. Eu fui ser reconhecido de ir para a Seleção depois de ganhar
Brasileirão, Libertadores. Hoje, o jogador joga menos tempo no profissional e
tem propostas. Está mais fácil do que antigamente”, finalizou.

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