Gamer simula Flamengo x Fluminense no PES 2017. Assista!

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CHUTE
CRUZADO
: Por Pedro Henrique Torre
A
indefinição do mundo real jamais existiu no virtual. Sem justiça, sem impedimento
de estádios, sem birras e sem violência. Em um mundo com gráficos perfeitos, o
Fla-Flu ocorreu no Maracanã, liberado, sem polêmica. Aliás, não apenas um.
Foram dois clássicos. Nesta semana, o Chute Cruzado antecipou a decisão da Taça
Guanabara no mundo virtual. Como o Flamengo só existe nos games em PES 2017,
devido a um contrato de exclusividade, e os jogadores do Fluminense não são
licenciados no Fifa 17, a disputa ocorreu no jogo da Konami. Para existir um
equilíbrio, jogamos cada partida com um time. O resultado? Você acompanha a
seguir e também no vídeo com os melhores momentos acima.
Dono
da melhor campanha na Taça Guanabara do mundo real, o Flamengo teve o direito
de ser o mandante do primeiro clássico no mundo virtual. Justamente por ser
exclusivo do jogo da japonesa Konami, o time rubro-negro tem um carinho
especial. Está bem mais atualizado do que o rival. Mas longe da perfeição.
Jorge saiu para o Monaco, mas Trauco não existe. Berrío e Romulo são outros
desfalques obrigatórios. Ainda assim, a intenção foi escalar o time mais
próximo possível do real. No esquema de 4-2-3-1, Chiquinho deixou a equipe e
Pará acabou na lateral esquerda. Rodinei assumiu a direita. Márcio Araújo,
sempre ele, voltou ao time titular ao lado de Willian Arão.
Na
entrada em campo, a representação no virtual do que deveria ser normal no real.
Times entrando juntos em campo, as duas torcidas em festa e mostradas no vídeo.
Um simbolismo demonstrado a vários gamers pelo mundo, mas difícil de entender por
cartolas e bandidos que utilizam o futebol como desculpa para atos violentos.
Mas ao campo. O primeiro jogo teve vantagem do Flamengo. Diante do computador e
seu Tricolor bagunçado – Cícero ainda está no time – muito espaço, velocidade
com Everton pela esquerda e Mancuello driblador arisco no mundo virtual.
Ainda
assim, ao se aproximar da área tricolor, a parada foi dura. Difícil calibrar
dribles e chutes um clássico disputado. O gol saiu em jogada de bola parada.
Diego cobrou escanteio e Mancuello subiu de cabeça no primeiro pau. 1 a 0 ainda
no primeiro tempo. Parecia fácil abrir vantagem. Não foi. Apesar de pouco
sofrer riscos, o Flamengo teve pela frente uma boa defesa tricolor e o goleiro
Julio Cesar salvou dois gols de Everton e Mancuello, em chutes de longe. Ficou
por aí. 1 a 0 magrinho. Daria para o Tricolor recuperar no jogo de vota?
Flu desfalcado com a falta de atualizações
Na
hora de assumir o Fluminense, uma dificuldade. A tentativa seria escalar o time
no 4-1-4-1. Mas onde estariam os laterais Lucas e Léo? E a dupla gringa
Orejuela e Sornoza? Inexistiam. O jeito foi adaptar. Wellington Silva ainda na
lateral direita, William Matheus na esquerda. Douglas de primeiro volante e daí
para frente uma festa ofensiva. Marcos Junior, Richarlison, Wellington, Scarpa
e Henrique Dourado na frente. A bola rolou e deu para perceber que o 4-1-4-1
ficou um tanto quanto bagunçado. Desta vez o Flamengo também estava
desfigurado. Alan Patrick (!) comandava o meio e Diego nem no banco estava. Mas
começou melhor e Guerrero perdeu boa chance.
No
segundo tempo, melhor tentar organizar o Tricolor virtual em busca da Taça
Guanabara. O time espelhou o Flamengo no 4-2-3-1, Richarlison saiu e Pierre
entrou no meio. Pena que na primeira jogada o volante deu uma bordoada em Alan
Patrick, matou o contra-ataque e levou o amarelo. Ficou preso. O jogo fluiu
mais, com os comandos do PES 2017 respondendo mais naturalmente. Tática importa
também no mudo virtual, oras.
O
Fluminense melhorou e Henrique Dourado ameaçava com chutes fortes após levar a
melhor no combate direto com Rever. Em um deles, Muralha deu escanteio. Na
cobrança de Scarpa, após bate-rebate na área, Wellington Silva bateu forte para
o fundo da rede, abrindo 1 a 0. Tudo igual na Taça Guanabara. Mas restava pouco
tempo. Scarpa, de longe, ameaçou. Cirino, com o Rubro-Negro sob o comando da
máquina, quase marcou no último lance, mas Julio Cesar salvou. 1 a 0 também no
segundo clássico. O vencedor da Taça Guanabara? Ficou, mesmo, para o mundo real
neste domingo.

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