Kleber Leite diz não ver nome melhor ao Flamengo que Zé Ricardo.

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Foto: Reprodução

KLEBER
LEITE
: Paulo
César Ferreira, conselheiro e polêmico rubro-negro, um belo dia teve uma tirada
simplesmente genial: “uma coisa, é uma coisa. Outra coisa, é outra coisa.” A
colocação de uma simplicidade Maracaneana, é pragmática, ao extremo. Vamos ao
nosso tema que tem tudo a ver com o que acabo de colocar.

Todos
sabem de que tamanho vejo o Flamengo. Seja lá para o que for, há de se pensar
grande e sempre na melhor das soluções. Pensando assim, foi possível em 1995
trazer para o Flamengo o melhor jogador do mundo. Claro que, ante esta
premissa, quem vier me perguntar que treinador gostaria de ver no Flamengo,
certamente espera como resposta, no mínimo, Pep Guardiola… Aí é hora do “uma
coisa, é uma coisa. Outra coisa, é outra coisa.”
Pelos
comentários, e todos de excelente nível, noto que há uma quantidade
significativa de torcedores rubro-negros incomodados com a presença de Zé
Ricardo no comando do time. Uma coisa, é querer o melhor do mundo para o
Flamengo. Outra coisa, é poder ter o melhor do mundo no Flamengo. Por isso
mesmo, restritos estamos ao mercado interno, e a este ou aquele treinador do
continente sul-americano e, no atual contexto, neste momento, não vejo nenhum
nome disponível que, se dirigente fosse, me comovesse na tentativa de brigar
muito por esta contratação.
Pode
ser que a maioria tenha razão quando fala da inexperiência de Zé Ricardo.
Posso, lá atrás, já ter concordado. Só que agora Zé Ricardo está mais maduro,
mais pronto, mais confiante em si mesmo. Gosto da figura dele. Treinador de um
grande clube, a meu conceito, tem a obrigação de ter um bom poder de
comunicação, ter uma boa imagem, pois sendo o profissional mais assediado pela
imprensa, não deixa de ser um porta-voz do clube ou, quase que uma marca, um
símbolo…

Ricardo me passa firmeza, como ser humano e como profissional. No que diz
respeito ao seu desempenho, os números são altamente favoráveis e, é bom não
esquecer que, por uma série de circunstâncias, quase que todas as contratações
ocorreram sem que ele tivesse indicado.
Enfim,
acho que hoje temos um treinador mais maduro, quase pronto. Como não gosto de
ficar em cima do muro, achei importante colocar o que penso. Claro que, com
todo respeito a quem pensa de forma diferente. A estes companheiros e amigos do
blog, peço um pouquinho mais de paciência com o nosso treinador.

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