“Não tinha jogado num Clube com tanta torcida”, diz Rollins.

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Foto: Divulgação

GARRAFÃO RUBRO-NEGRO: Por Rafael Rezende


sessenta dias, Hakeem Atiopa Rollins desembarcou na cidade maravilhosa com a
missão de fortalecer o elenco rubro-negro e dar mais dinâmica ao time visando a
sequência do NBB. Nesses dois meses, o norte-americano participou de dez
partidas e teve 18.9 minutos em quadra para mostrar seu potencial. As médias
são ótimas (7.8 pontos, 5.2 rebotes e 10.1 de eficiência) e comprovam que a
contratação foi feita de forma correta. Ambientado ao Rio de Janeiro e
tranquilo com o rendimento, o jogador concedeu uma exclusiva ao GRN após a
participação no Jogo das Estrelas.
Indagado
sobre o início no Flamengo, o pivô enalteceu seus companheiros e se declarou ao
país:
“A
adaptação está sendo bem fácil, pois todos estão sendo muito acolhedores
comigo. Eles (jogadores) dizem sempre que se eu precisar de algo, é só pedir. O
grupo é autêntico, e isso facilita bastante. Além disso, amo essa cidade e a
vizinhança. É difícil encontrar uma combinação como esta. Para ser franco,
olhando hoje, afirmo que gostaria de ter vindo jogar mais cedo no Brasil na
minha carreira.”
Rollins,
que teve grande atuação na maior festa do basquete nacional, detalhou a
experiência completa:
“Participar
do All-Star Game foi uma experiência enorme. Me diverti muito e tive a
oportunidade de encontrar outros atletas, treinadores, e o pessoal da Liga. Eu
gostaria de agradecer aos torcedores que votaram em mim e me deram essa chance.
Atuar ao lado de caras talentosos foi legal, fiquei feliz. Acho que, quando os
envolvidos levam a sério, o evento dá certo. E foi o que aconteceu, então, não
precisei de tanto incentivo para desfilar meu parco talento (risos).
Na
conclusão do raciocínio, o gringo recordou da época universitária ao citar o
carinho da Nação:
“Na
minha vida profissional, isto é novo. Eu ainda não tinha jogado em um clube com
tanta torcida como o Flamengo. Acrescenta muito em todos os sentidos. Até
porque, me faz lembrar o tempo que eu estava na Universidade. Lá nos Estados
Unidos, é uma loucura, um negócio que movimenta tudo. Esse é outro motivo pelo
qual estou satisfeito com essa fase.” 

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