No dia do Monumento, veja jogadores que já ganharam estátua.

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Foto: Divulgação

LANCE: Na véspera do Dia Mundial de Monumentos, o L! relembra principais ídolos do
futebol brasileiro que foram homenageados com estátuas pelos clubes que
defenderam.

Romário
Ídolo
no Vasco, Romário ganhou estátua em São Januário. A inauguração do monumento
foi realizada no dia 18 de agosto de 2007. Quando jogador de futebol, o
“baixinho” teve quatro passagens pelo Cruz Maltino. Na última, marcou
seu milésimo gol, no dia 20 de maio de 2007, na partida contra o Sport. Ao
todo, Romário balançou a rede adversária 324 vezes atuando com a camisa do
Vasco.
Zico
O meia
Zico pode ser considerado o principal jogador da história do Flamengo e o maior
futebolista brasileiro desde Pelé. Em sua carreira, Zico vestiu a camisa de
três times, acumulando duas passagens pelo Flamengo. Na Seleção, o jogador
também foi ídolo. Em 89 partidas com a camisa amarela, o ex-meia marcou 66
gols. Zico é lembrado em quatro monumentos, dois estão no Japão. No dia 26 de
dezembro de 2009 recebeu a primeira homenagem em forma de estátua.
No
Maracanã, Zico se juntou à Bellini e deixou a imagem de um voleio registrada na
história de sua carreira e do Estádio. Na sede do Flamengo, na Gávea, o Galinho
foi homenageado com uma estátua de bronze em tamanho real inaugurada no dia 2
de março de 2013, véspera do aniversário de 60 anos do ex-jogador.
Pelé
Considerado
o maior ídolo da história do futebol, Pelé foi eleito o melhor jogador do
século pela FIFA, em 2000. Pelo Santos, seu clube de coração e onde é aclamado
até os dias atuais, o Rei participou de 1116 jogos e marcou mais de mil gols.
Leva consigo conquistas importantes, como a Libertadores de 1962 e 1963, além
de inúmeros campeonatos nacionais, entre eles seis Brasileiros. Na Seleção, o
craque foi três vezes campeão mundial (1958, 1962 e 1970).
Sua
primeira estátua foi inaugurada longe da Vila Belmiro. Inaugurada em março de
1971, na Ladeira da Fonte, na Arena Fonte Nova, em Salvador, o monumento foi
colocado poucos meses após a conquista do tricampeonato mundial pela Seleção na
Copa do Mundo de 1970. Nele Pelé carrega a Taça Jules Rimet. Após sofrer com
atos de vandalismo, a estatua foi restaurada e reinaugurada no dia 18 de agosto
de 2013 antes da partida entre Santos e Bahia, válida pelo Campeonato
Brasileiro do ano. Seu gol mais bonito rendeu homenagem no estádio do Juventus,
em São Paulo. Foi lá que o jogador marcou o gol em que chapelou três
adversários e o goleiro antes de mandar a bola para o fundo da rede. Com 1,73m
de altura, uma estátua de Pelé está instalada em uma praça na cidade litorânea
de Santos. O monumento é o ponto de encontro de torcedores santistas desde
2008.
Sócrates
Considerado
pela FIFA um dos maiores jogadores do futebol mundial, Sócrates marcou 172 gols
em 298 jogos com a camisa do Corinthians. Eternizado com o apelido de Doutor,
por ter se formado em medicina, o ex-jogador atuou nas Copas do Mundo de 1982 e
1986 com a camisa da Seleção Brasileira. Um de seus maiores feitos foi ter
comandado a ‘Democracia Corinthiana’. Na madrugada do dia 4 de dezembro de
2011, o jogador faleceu após sofrer uma falência múltipla dos órgãos. No mesmo
dia, horas depois, o Corinthians sagrou-se pentacampeão brasileiro. No dia 29
de julho de 2012, o clube inaugurou um busto em homenagem ao jogador em que ele
aparece com o punho fechado e para o alto, forma como comemorava seus gols.
Rivellino
Roberto
Rivellino defendeu o Corinthians por quase uma década e foi titular na Seleção
Brasileira tricampeã mundial na Copa do Mundo de 1970, realizada no México.
Começou sua carreira na base do Corinthians e após nove anos no clube paulista,
transferiu-se para o Fluminense, onde também se tornou ídolo. Além das
conquistas que obteve em campo, Rivellino esteve entre os 100 maiores craques
do Século, eleição realizada em 1999 por leitores do World Soccer. Em 2010,
jurados do veículo elegeram o ex-meia como um dos 49 maiores jogadores de todos
os tempos. Para homenagear o ídolo da torcida corinthiana, o clube inaugurou um
busto do jogador no Parque São Jorge, no dia 24 de maio de 2014.
Ademir
Maior
ídolo da história do Palmeiras, Ademir da Guia foi titular no clube por mais de
16 anos, conquistou 11 títulos oficiais pelo clube e se tornou um dos melhores
jogadores do futebol brasileiro de todos os tempos. Considerado injustiçado por
ter sido convocado para a Seleção Brasileira 14 vezes e disputou apenas uma
partida em Copa do Mundo, é analisado por Sócrates como um
“bailarino” pela “fronte eternamente erguida, a calma irritante,
o passe perfeito, a simplicidade dos gestos, o alcance dos passos, a lentidão
veloz e o raciocínio implacável” que apresentava em campo. Na casa do
Palmeiras, o ex-jogador foi homenageado com um busto.
Dudu
Dudu
foi o jogador que atuou durante mais tempo ao lado de Ademir da Guia e, como
não poderia ser diferente, também tem um busco na casa do Palmeiras, ao lado do
Divino. Pelo Verdão, o jogador participou de 609 jogos, marcou 25 gols e
conquistou oito títulos.
Marcos
“São
Marcos” participou de 532 jogos com a camisa do Palmeiras e conquistou
diversos títulos pelo clube, entre eles dois Campeonatos Brasileiros, tês
Paulistas, uma Copa do Brasil, um Rio-São Paulo e uma Copa dos Campeões.
Considerado um dos maiores atletas do Verdão, o goleiro Marcos esteve no time
durante vinte anos e foi homenageado com um busto na sede do clube no dia 12 de
dezembro de 2015, data escolhida para combinar com a camisa 12 utilizada pelo
goleiro.
Fernandão
Fernando
Lúcio da Costa foi ídolo no Goiás e no Internacional, onde conquistou o Mundial
de Clubes de 2006 e a Libertadores do mesmo ano. Além das grandes conquistas
como atacante, Fernandão foi técnico no clube gaúcho em 2012 e ergueu a taça de
campeão gaúcho no mesmo ano e da Recopa Sul-Americana de 2011. Em 2014, o
Capitão faleceu em uma queda de helicóptero, mas, foi imortalizado através de
uma estátua de 2,50m de altura no pátio do Beira-Rio.
Bellini
Capitão
da Seleção Brasileira na conquista do primeiro título mundial da equipe em
1958, o zagueiro Hilderaldo Luís Bellini foi eternizado no Maracanã com uma
estátua onde levanta a Taça Jules Rimet com as duas mãos sobre a cabeça, ato
que passou a ser repetido por todos os capitães de times. Atuou no Vasco
durante nove anos, passou cinco anos no São Paulo e encerrou carreira no
Atlético-PR. Em sua carreira conquistou inúmeros títulos pelo Cruz Maltino e
foi duas vezes campeão mundial pela Seleção, em 1958 e 1962.
Zagallo
Recordista
na conquista de títulos pela Seleção Brasileira, Zagallo foi campeão mundial
duas vezes como jogador, em 1958 e 1962, uma como treinador, em 1970, e como
assistente técnico, em 1994. Em sua trajetória pela Seleção, Zagallo participou
de cinco finais em sete Copas do Mundo disputadas. Como jogador, atuou no
América, seguiu para o Flamengo e encerrou carreira no Botafogo, onde se tornou
ídolo e dono de uma estátua no Estádio Nilton Santos. Foi no Alvinegro também
que Zagallo iniciou carreira como técnico e, no seu terceiro ano no comando da
equipe, conquistou o Campeonato Brasileiro. Treinou o Botafogo quatro vezes e
passou pelo Flamengo por três vezes, Vasco da Gama por duas vezes, Fluminense,
Al Hilal, Bangu e Portuguesa. Além de ter comandado os times da Seleção
Brasileira por três vezes, Seleção do Kuwait, Seleção Saudita e Seleção dos
Emirados Árabes Unidos.
Jairzinho
Furacão
da Copa de 70, Jairzinho foi ídolo no Botafogo, onde começou e encerrou sua
carreira como jogador. Pelo Alvinegro, foi campeão brasileiro em 1968, além da
conquista de diversos outros títulos, e deixou legado no time, inclusive seu
filho, Jair Ventura, atual técnico. Pela Seleção, Jairzinho participou de 107
jogos, 81 oficiais, e marcou 44 gols. Ainda esteve nas copas de 1966 e 1974.
Sua estátua está em frente a ala leste do estádio Nilton Santos e está sempre
cercada por fãs que admiram sua trajetória.
Nilton Santos
Também
parte do time campeão do Botafogo, Nilton Santos foi eleito pela FIFA como o
melhor lateral-esquerdo de todos os tempos. Quando jogador, fez parte da
Seleção Brasileira nos mundiais de 1950, 1954, 1958 e 1962, sendo bicampeão nas
duas últimas. Iniciando sua carreira no Botafogo, a Enciclopédia do Futebol só
deixou o time quando abandonou os gramados. Ao todo foram 718 partidas com a
camisa alvinegra e 11 gols marcados entre 1948 e 1964. Além do título
individual da FIFA, Nilton Santos oi eleito pela IFFHS, o 9º maior jogador
brasileiro do século e o 28º da América do Sul. Em 2009 sua estátua foi
inaugurada em frente ao setor Oeste do estádio que anos mais tarde viria a ser
chamado de Estádio Nilton Santos.
Garrincha
Garrincha
é considerado o maior driblador da história do futebol e, apesar de suas pernas
tortas, foi um dos principais jogadores da conquista da Copa do Mundo de 1958 e
1962. 95% de sua carreira como jogador foi dedicada ao Botafogo, onde
participou de 614 jogos. Ídolo no clube carioca, o Anjo das Pernas Tortas
acumula mais de 18 títulos durante o período em que atuou com a camisa
alvinegra. Em janeiro de 1983, Garrincha faleceu em decorrência do alcoolismo.
Em sua homenagem, uma estátua foi construída e colocada em frente ao Estádio
Nilton Santos.

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