Pezão descarta licitação do Maracanã para vendê-lo a Lagardère.

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Foto: Marcelo Carnaval

O
GLOBO
: O CEO da Lagardère, o francês Aymeric Magne, está em Paris para submeter
o contrato de compra da concessão do Maracanã aos executivos da matriz da
empresa.

A
ideia do grupo francês é assumir o Maracanã ainda este mês, quando iniciará uma
recuperação estrutural orçada em até R$ 20 milhões.
A
Odebrecht, que venderá a concessão, confirma a ida do executivo a Paris, mas
diz que ainda falta um detalhe para a assinatura do contrato, o que poderá ser
feito na volta do executivo ao Brasil.
O blog
apurou que este detalhe é referente à cláusula de confidencialidade.
Sem licitação
A
ideia do governo do Estado é ver a questão resolvida rapidamente. Em contato
com o Panorama Esportivo, a assessoria de imprensa do governo não confirma a
intenção de realizar uma nova licitação.
A
Odebrecht também refuta esta possibilidade e disse que não houve sinalização do
governo neste sentido. A Lagardère garante o mesmo.
Apesar
de um novo modelo de licitação estar à disposição, feito pela Fundação Getúlio
Vargas, o processo demandaria custos do governo e tempo demais para o seu
desfecho: até cinco meses.
A
Lagardère é a única empresa na concorrência para a compra da concessão. A GL
Events/CSM desistiu. Só voltaria ao páreo com nova licitação.
O CEO
da Lagardère, o francês Aymeric Magne, está em Paris para submeter o contrato
de compra da concessão do Maracanã aos executivos da matriz da empresa.
A
ideia do grupo francês é assumir o Maracanã ainda este mês, quando iniciará uma
recuperação estrutural orçada em até R$ 20 milhões.
A
Odebrecht, que venderá a concessão, confirma a ida do executivo a Paris, mas
diz que ainda falta um detalhe.
O blog
apurou que este detalhe é referente à cláusula de confidencialidade.
A
ideia do governo do Estado é ver a questão resolvida rapidamente. Em contato
com o Panorama Esportivo, a assessoria de imprensa do governo não confirma a
intenção de realizar uma nova licitação.
A
Odebrecht também refuta esta possibilidade e disse que não houve sinalização do
governo neste sentido. A Lagardère garante o mesmo.
Apesar
de um novo modelo de licitação estar à disposição, feito pela Fundação Getúlio
Vargas, o processo demandaria custos do governo e tempo demais para o seu
desfecho: até cinco meses.

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