TIM justifica patrocínios aos Clubes do Rio.

91
Diego Ribas, capitão do Flamengo – Foto: Staff Images/ Flamengo

MÁQUINA
DO ESPORTE
: A TIM voltou a apostar com mais peso no futebol brasileiro. Após a
estratégia que abraçou diversas equipes no início da década de 2010, a empresa
de telefonia resolveu fechar novos acordos, e mais uma vez com um grupo de
times. Agora, por outro lado, o foco está em uma única região, o Rio de
Janeiro.

Os
quatro grandes clubes do Estados fecharam contrato com a companhia. No caso do
Flamengo, foi uma renovação de acordo, já que o time mantinha a parceria desde
2011. No Vasco, foi um retorno. A equipe era uma das agraciadas com o aporte da
TIM, que deixou a agremiação em 2015. Por fim, Fluminense e Botafogo fecharam
com a marca italiana pela primeira vez.
Em
resposta à Máquina do Esporte, o diretor de operações da TIM no Brasil, Pietro
Labriola, explicou o motivo de tomar essa decisão.
“Nos
orgulharmos de patrocinar todos os clubes parceiros ao longo desses sete anos,
mas entendemos que, agora, deveríamos direcionar nossos esforços para o Rio de
Janeiro. Seguiremos investindo nas demais regiões em outras frentes”, afirmou.
No
acordo com a TIM, há as mesmas propriedades já usadas pela marca em outros
contratos de times brasileiros: o espaço no número do uniforme, além de camisa
de treino e backdrops. A companhia promete também um pacote de ativações.
“O que
muda é que não iremos concentrar nossos investimentos somente em patrocínio
puro e simples. Vamos direcionar muito mais esforços para o engajamento dos
torcedores com a empresa. Além, é claro, da questão de concentrarmos todo o
investimento no Rio de Janeiro, para impulsionar nossos resultados nessa praça
que é muito estratégica”, afirmou Labriola.

sete anos, a TIM entrou no futebol com um contrato assinado com o Corinthians.
Depois, expandiu a estratégia para diversos clubes do Brasil, como aconteceu
com Flamengo e Vasco. Com contratos longos, a empresa abraçou o período que
alcançava a Copa do Mundo de 2014, torneio que já tinha associação aos seus
principais concorrentes: a Oi apoiou o torneio, enquanto a Vivo manteve o
acordo com a seleção brasileira, e a Claro tinha em Neymar o seu principal
garoto-propaganda no esporte.
O
plano era conectar o conceito “sem fronteiras” com o futebol do país e abranger
o maior número de torcedores possível. Com exposição tímida nos uniformes, a
marca passou a investir mais em ativações ao longo dos anos, com estratégia que
ia desde produção de conteúdo até a criação de produtos.

COMENTÁRIOS: