Chegou a hora da diversão de verdade.

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Foto: Gilvan de Souza / Flamengo

BOTECO
DO FLA
: É hoje… Começa a luta do Flamengo na longa e agradável procissão do
Brasileirão #201SETE, que chega agora e só nos abandona em dezembro.

Pra
tornar tudo melhor, jogo no Maracanã e contra uma equipe que certamente
frequentará a parte alta da tabela junto com o Mais Querido. Uma boa
oportunidade de começar realmente com o pé direito. O confronto ainda tem o
luxo de ocorrer na semana em que a francesada desistiu da bagaça e abriu
caminho para um Final Feliz envolvendo o Flamengo e o estádio, e se não
bastasse, um poético Protocolo de Intenção Para a Construção do Estádio
Acústico da Gávea foi assinado junto à Prefeitura.
Somando
tudo isso ao fato de que o jogo arrecadará grana para reativar Restaurantes
Populares, podemos dizer que é um período de estreita integração entre a Cidade
Maravilhosa e seu maior Clube de Regatas. Só motivo para festas, que inclusive
contará com a presença de cantores rubro-negros antes de a bola rolar.
Ainda
vivendo a Nossa Vida Sem Diego Ribas, a qual encaramos muito bem e sem maiores
sofrimentos, o que prova a força com que o Flamengo chega para a competição, Zé
Ricardo deve mandar pro jogo a sua força máxima disponível. Mesmo sabendo que
na quarta já tem mais compromisso decisivo pela Libertadores.
Mas
tem jeito não. O ano é de longas batalhas e, enquanto a tecnologia do nosso
Centro de Excelência não sinalizar o contrário, fica complicado poupar por
questões não preventivas. A não ser é claro que a diretoria e a comissão
técnica cheguem em algum momento do ano à conclusão de que essa ou aquela
competição precisa ser priorizada. E é bom nem perguntar pra gente do lado de
cá. Após passar 2015 e 2016 em branco, e ter o gostinho de dar volta olímpica
em Final contra o fluminenCe, a Nação quer, mesmo sabendo que é improvável,
ganhar absolutamente tudo, inclusive a Primeira Joga Quem Quer Liga.
Falando
em força máxima, há aquela possibilidade marota do Vinícius Jr. participar da
festa. Tem o povo comedido na linha do “cuidado para não queimar etapas”, mas
caso o jogo esteja em momento bom lá pela metade do segundo tempo, seria de bom
tom e certamente agradaria. Bem… Se… Se… Por acaso em algum momento
“alguém” for entrar, daí eu sou mais de botar o futuro jogador do Real Madrid
logo de cara. Com braçadeira de capitão e tudo. Eh, eh, eh…
Do
lado de lá… Do lado de lá… O Galo também vem com um dos badalados técnicos
da nova safra. De bem com a torcida por conta da conquista do Estadual sobre o
maior rival no domingo, Roger Machado chega para o confronto com três
desfalques na parte de trás da equipe: Leonardo Silva e Marcos Rocha por lesão,
e Erazo por suspensão. Ainda assim, com um time que tem um dos principais
elencos do país, o Atlético chega forte para esse jogo de seis pontos e luta
contra um retrospecto nada agradável em jogos no Maraca pelo Brasileirão (4V,
4E, 13D). Hmmm… Isso sem contar no histórico geral, já que o último e único
título do Galo na principal competição do país é tão velho, tão velho… Que
tem a mesma idade que eu. Eh, eh, eh… A gente levanta a bola… Mas depois
chuta.
Esse é
o cenário para um Grande Clássico do Futebol Brasileiro. Um jogo recheado de
rivalidade, pra já começar com a adrenalina lá em cima e avisar para os
corações das duas torcidas que a fase de calmaria e modorrência promovida pelos
estaduais insossos acabou.
Bom
Brasileirão, Nação. Chegou a hora da diversão de verdade.

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