Clubes cariocas não se entendem com a Libertadores.

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ESPN: A
mais bela e famosa cidade da América do Sul não consegue se entender com a Taça
Libertadores. A eliminação do Flamengo na edição de 2017, ainda na primeira
fase, aumentou o abismo no desempenho dos grandes cariocas em relação às outras
três grandes potências estaduais do futebol brasileiro na competição
continental.
Mesmo
sendo mais numerosos que gaúchos e mineiros, o que não significa maior número
de participações per capita, os quatro grandes do Rio têm (também em relação
aos paulistas) menos títulos e finais e o recorde negativo de eliminações na
primeira fase, como aconteceu com o time flamenguista em Buenos Aires.
São
apenas dois títulos (com os esquadrões do Flamengo, em 1981, e do Vasco, em
1998). Menos do que os três dos mineiros, oito dos paulistas e quatro dos
gaúchos. O Rio não disputou nenhuma outra final, contra dois vices dos times de
Minas, sete dos de São Paulo e três dos do Rio Grande do Sul.
Sem
contar o Botafogo de 2017, o time ainda não definiu sua vida na primeira fase,
os grandes cariocas somam 31 participações na Libertadores, e em 11 delas, ou
35% do total, não passaram da primeira fase. Tanto em termos absolutos quanto
relativos esses números são os piores entre os Estados potências do futebol
brasileiro.
Na
história, só 8% das participações dos grandes mineiros acabaram já na primeira
fase, contra 17% do quarteto de grandes paulistas e 19% da dupla Gre-Nal.
É a
hora dos cariocas pensarem no que precisa mudar na Libertadores.

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