Na Conmebol, Flamengo cobra critério de acréscimos do Palmeiras.

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Leandro Damião e Mina em Palmeiras x Flamengo – Foto: Gilvan de Souza

RODRIGO
MATTOS
: Antes da partida contra a Universidad Catolica, o presidente do
Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, esteve na sede da Conmebol com outros
dirigentes brasileiros para conversar com o presidente da entidade, Alejandro
Dominguez. Entre os temas abordados, esteve a arbitragem na Libertadores. Um
dos itens citados foi a falta de acréscimos em jogos do time rubro-negro
enquanto há tempo a mais em outras partidas como as do Palmeiras.

Na
terça-feira, Bandeira esteve na Conmebol juntamente com o presidente do
Palmeiras, Maurício Galiotte, e o presidente do Santos, Modesto Roma Jr. Houve,
no entanto, reuniões separadas já que o palmeirense tinha como objetivo tratar
da questão da violência cometida contra seu time no estádio do Peñarol. O
santista e o rubro-negro estiveram juntos com encontro com Dominguez.
Na
reunião, o presidente do Flamengo reclamou que seu time teria sido prejudicado
nos quatro jogos iniciais da Libertadores. Um dos questionamentos foi o
critério de acréscimos após os jogos. O dirigente rubro-negro lembrou que houve
descontos máximos de três minutos nos dois jogos em que o time foi derrotado
diante do Atlético-PR e Universidad Catolica apesar de terem supostamente
ocorrido fatos que deveriam gerar mais tempo de jogo.
Em
compensação, a diretoria do Flamengo observa que dois jogos do Palmeiras contra
Peñarol e Jorge Wilstermann tiveram acréscimos de 5min ou mais. Contra os
uruguaios, o jogo foi até os 54min e, contra os bolivianos, até 50min. Em ambos
saíram os gols do Palmeiras no final. Ressalte-se que nos dois casos houve
bastante cera dos adversários durante a partida que justificavam acréscimos
além do padrão normal.
Bandeira
não disse que os acréscimos para o Palmeiras eram erros da arbitragem. Só
alegou que, se esse era o critério, deveria ser adotado da mesma forma para
jogos do time rubro-negro. O dirigente do Flamengo não falou sobre temas como
cotas de Libertadores com Dominguez, e avalia que a Conmebol tem dado sinais de
que está sob nova administração mais transparente.

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