O que esperar dos campeões estaduais no Brasileirão?

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Foto: Divulgação

ESPN: Sempre
que os campeonatos estaduais acabam, uma máxima prevalece: o resultado é uma
“mentira”, pois não tem valor para a longa maratona do Brasileirão.

Ser
campeão regional está longe de representar um desempenho favorável na Série A,
e dentre os principais estaduais existem dois que ainda estão na
“seca”.
Desde
a implementação do Brasileiro de pontos corridos, em 2003, nenhum time campeão
gaúcho ou paulista levou o título nacional no mesmo ano.
Nas 14
edições no atual formato da Série A, o Santos é quem mais próximo esteve de
quebrar essa escrita pelo lado dos clubes de São Paulo: dois vice-campeonatos
nacionais (2007 e 2016).
No Rio
Grande do Sul, o Internacional também conseguiu ser duas vezes o segundo
colocado no ano em que ganhou o estadual (2005 e 2009).
No
entanto, há algo que joga contra o Paulista na comparação com o gaúcho: a
colocação média dos donos de títulos estaduais no Brasileirão.
Os
times de São Paulo possuem o pior desempenho na Série A com seus campeões – a
posição média é 8,38. Os gaúchos, por outro lado, têm as melhores campanhas –
colocação média fica em 6,43.
Minas
Gerais e Rio de Janeiro já produziram campeões estadual e nacional no mesmo
ano: Cruzeiro (2003 e 2014), Flamengo (2009) e Fluminense (2012). Na colocação
média do Brasileiro, cariocas e mineiros ficam em 7,92 e 7,77, respectivamente.
Nos
últimos dois anos, porém, aconteceram os primeiros casos de clubes
“donos” do estado rebaixados para a segunda divisão nacional.
O
Vasco foi o precursor em 2015, e na temporada seguinte logo dois caíram de
divisão, Internacional (primeira queda em sua história) e América-MG (lanterna
da Série A).
Agora,
é esperar até dezembro para ver como serão os desempenhos de Atlético-MG,
Corinthians e Flamengo no Campeonato Brasileiro deste ano.

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