Zé Ricardo se diz privilegiado por estar no Flamengo.

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Zé Ricardo ao lado de Eduardo Bandeira, Presidente do Flamengo – Foto: Staff Images

O
GLOBO
: O Fla-Flu de amanhã traz boas lembranças a Zé Ricardo. Não pelo jogo
marcante de 22 anos atrás, quando o tricolor levou a melhor no Maracanã. Em
1995, o treinador começava a dar os primeiros passos no futsal do Botafogo,
como adjunto do técnico do time sub-20, recém-saído da faculdade. O palco da
finalíssima, o Maracanã, é um filme da infância na cabeça do comandante
rubro-negro: o treinador morava no bairro do estádio. Zé não acompanhava jogos,
mas não perdia o Papai Noel descendo de helicóptero no gramado do estádio.

— As
maiores lembranças? Primeiro, o Papai Noel. Eu morava ali do lado, perturbava
meu pai e minha mãe para ir sempre — sorri, sem deixar de citar a experiência
como torcedor no Brasil de Uruguai de 1993, nas Eliminatórias da Copa de 1994.
Do
Fla-Flu, poucas lembranças a destacar. Desde jovem no meio da bola, o lado
torcedor é sempre superado pelo profissional. Criado na base do Flamengo, clube
que lhe deu a chance da vida, Zé Ricardo veste a camisa na hora de agradecer a
oportunidade.
— O
Flamengo abriu uma porta para mim, me sinto privilegiado, mas consciente que
nada acontece sozinho. Os resultados são fundamentais, mas apenas isso não
segura um treinador — diz, dividindo louros com comissão e atletas.
Zé se
posiciona como profissional e diz acima de tudo está o clube:
— Faço
o que entendo ser melhor para o Flamengo. Até quando durar essa história entre
Flamengo e Zé Ricardo, assim será — avisa

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