“É uma satisfação imensa poder continuar no Flamengo”, diz JP

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Foto: Divulgação

GARRAFÃO RUBRO-NEGRO: por Rafael Rezende

Em uma
negociação rápida, JP Batista estendeu seu vínculo com o Flamengo e continuará
defendendo o clube na próxima temporada. Será a terceira, desde seu retorno ao
Brasil, no início do NBB 8. Ciente da responsabilidade e motivado por novas
perspectivas, o jogador bateu um papo com o Garrafão Rubro-Negro no último fim
de semana.
O pivô
festejou a continuidade no Mais Querido e ressaltou a importância de estar em
um projeto sério:
“Como
sempre faço questão de mencionar, é uma satisfação imensa poder continuar no
Flamengo. Sem dúvida alguma, é muito especial fazer parte dessa família. Uma
coisa que valorizo é a estabilidade e o clube tem demonstrado isso. Nós,
atletas do basquete, estamos suscetíveis à mudanças, mas tive a felicidade de
ficar seis anos no Le Mans e, agora, entro no terceiro aqui. Só mostra que
estou conseguindo ter um impacto positivo e me deixa feliz. É um privilégio
permanecer em uma equipe que briga por títulos.”
JP
projetou o trabalho, fez uma reflexão interna e agradeceu à Nação Rubro-Negra:
“Inicialmente,
o foco será entrosar os novos companheiros o mais rápido possível, pois tudo
começará mais cedo nessa temporada. A meta é vencer o que vier pela frente.
Sobre mim, continuarei sendo sério, profissional e trabalhador. Se for preciso,
irei me sacrificar pelo grupo, além de dar meu melhor em quadra. Queria
agradecer os torcedores por todo apoio e dizer que conto com a ajuda deles para
que possamos alcançar nossos objetivos.”
Na
conclusão da conversa, o camisa 13 ‘reservou’ o espaço para falar de Marcelinho
Machado. O discurso foi emocionante:
“É
uma honra jogar com o Marcelinho. Eu sempre falo para ele que sou fã, que se
trata do meu ídolo no basquete brasileiro. É o cara da minha geração que
admiro. Quando criança, assistia a seleção e tinha Oscar e Pipoka, mas tenho a
oportunidade de atuar ao lado dele. É um capitão fantástico e possui uma
postura de líder que motiva qualquer um. Vê-lo, aos 42 anos, fazendo o que
gosta, me enche de orgulho. Carrego a certeza que esse fim de carreira será
especial. Sou o segundo mais velho e essa situação me faz pensar como será a
despedida. Não faço a menor ideia ainda (risos), e o que posso garantir é que
vamos tentar proporcionar uma temporada de ouro para o Marcelo, pois há
merecimento. Espero, um dia, entrar na Gávea e ver uma estátua sua junto com a
do Zico.” 

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