Homão da porr*! Diego Ribas completa um ano de Flamengo

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Diego Ribas comemorando gol pelo Flamengo – Foto: Alexandre Loureiro/Getty Images

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OFICIAL DO FLAMENGO:
Incontáveis pedidos e promessas. Milhares de “Ai Meu
Coração” e “Meu Deus Ele Vem”. O barulho incansável e sem
limites que o amor de uma Nação pode emitir se fez presente em cada minuto até
a chegada de Diego Ribas ao Flamengo. Como uma paixão instantânea, o camisa 35
se encantou pela maior torcida do mundo e fez cada um dos 40 milhões se
apaixonarem por ele.

Há um
ano, Diego começava a escrever um capítulo rubro-negro em sua vitoriosa
história. Anunciado no Flamengo no dia 19 de julho e cercado por festa, o
meio-campista ganhou cada vez mais a confiança das arquibancadas, buscando mais
e mais o título de ídolo da Nação.
A chegada
Um mar
de paixão vermelha e preta tomava conta de corredores improváveis. Acostumado
com milhares de idas e vindas diárias, o saguão do Aeroporto Santos Dumont foi
imerso em uma atmosfera há muito não era vista. Cada vez mais a Nação se reunia
e, unida, esperava um nome. “O Diego chegou”. A contratação de fechar
o aeroporto. O símbolo de um sentimento que até então ainda precisava ser
descoberto, mas que se tornou um dos principais motores do elenco rubro-negro.
O sonho de uma Nação de 40 milhões de apaixonados, enfim, havia se tornado
real. Diego Ribas da Cunha, finalmente, era do Mais Querido do Mundo. E sua
recepção foi à altura de seu talento.
20 de
julho de 2016 ficou marcado como o dia em que o rubro-negrismo foi novamente
estampado de sua forma mais apaixonada. Aeroporto, Gávea, toda e cada rede
social. Diego fez-se presente no dia de cada torcedor do Flamengo. O anúncio do
camisa 35 teve o poder de mexer com a paixão de cada um que veste com amor o
Manto Sagrado.
Com um
auditório lotado e vozes unidas cantando seu nome por onde passava, Diego foi
oficialmente apresentado no salão nobre da Gávea, reafirmando seu compromisso
com o Manto rubro-negro. Escolhendo a camisa número 35 em homenagem aos filhos
Davi e Matteo, o meio-campista fez a promessa de que lutaria para defender o
vermelho e preto a cada duelo.
“Quero
agradecer por tudo que a Nação Rubro-Negra me proporcionou em poucas horas. Nas
redes sociais e nas ruas. Deu para sentir o carinho. Jamais vou esquecer essa
recepção. Vou me esforçar ao máximo para retribuir. Hoje se concretiza um sonho
na minha vida e eu vou vivê-lo intensamente”, afirmou Diego.
Primeiro ato
A tão
esperada estreia foi separada por um mês do grandioso dia de apresentação. No
dia 21 de agosto de 2016, o Flamengo foi até o estádio Mané Garrincha para
encarar o Grêmio, adversário direto na tabela do Brasileirão. Desta forma,
Brasília foi o primeiro palco de Diego com a camisa rubro-negra.
Foram
80 minutos de dedicação e suor até finalmente sair o gol e meia poder comemorar
com a Nação. Após criar boas oportunidades e ajudar o Flamengo a pressionar o
adversário o tempo inteiro, foi dos pés de Pará que surgiu o primeiro gol do
camisa 35 pelo Mais Querido. De cabeça, Diego marcou aos 24′ do segundo tempo e
ajudou o Mengão a vencer aquele importante duelo.
Primeiro encontro
Foram
dez meses separado de seu grande palco. Quando retornou ao Maracanã em outubro
de 2016, o Flamengo tinha também seu novo maestro. O reencontro da apaixonada
torcida carioca com o solo sagrado marcou ainda o primeiro encontro de um
estádio lotado com o camisa 35.
Um
grito que se transforma em uníssono em um Maracanã lotado. “Ih, …”.
Sim, o Diego apareceu. E justificou cada esforço para tê-lo, cada voz ecoando
seu nome. Diante do estádio pela primeira vez, o meio-campista fez parte dos
dois gols do empate por 2 a 2 diante do Corinthians no Maracanã. No primeiro,
uma linda assistência para Guerrero. Já no segundo, fez parte da jogada que
deixou o camisa 9 em ótimas condições para igualar o placar.
Rei do Rio
O
primeiro título com a camisa rubro-negra foi especial. Atuando em oito
partidas, sendo seis da Taça Guanabara e duas na Taça Rio, Diego fez parte do
elenco que pintou o Rio de Janeiro de vermelho e preto mais uma vez. Marcando
quatro vezes, diante de Boavista, Macaé, Madureira e Vasco, o jogador foi muito
importante na caminhada rumo à taça.
Apesar
de não estar em campo, já que se recuperava de uma lesão, Diego assistiu nas
arquibancadas do Maracanã seus companheiros baterem o Fluminense duas vezes na
grande decisão do Campeonato Carioca. Invicto, o Flamengo reafirmou-se como Rei
do Rio e venceu, pela 34ª vez, o Estadual. No gramado, o camisa 35 celebrou com
o elenco e sua família, se emocionando ao levantar a taça pela primeira vez.
Um ano rubro-negro
Já se
passou um ano desde aquele 19 de julho tão especial e marcante. Desde então,
foram 42 jogos oficiais, 25 vitórias, 13 empates e quatro derrotas. Diego já
deixou sua marca 16 vezes, fazendo dez gols apenas em 2017.
Outra
importante característica do jogador é a participação em jogadas ofensivas. De
suas nove assistências pelo Rubro-Negro, três foram para Paolo Guerrero (vs
Corinthians, Botafogo e Chapecoense), duas para Gabriel (vs Vitória e San
Lorenzo), duas para Réver (vs Internacional e Ponte Preta), uma para Willian
Arão (vs Fluminense) e uma para Miguel Traco (vs San Lorenzo). Ao todo, foram
três em 2016 e seis nessa temporada.
Em seu
primeiro ano, o Mais Querido encontrou a derrota apenas uma vez quando Diego
esteve em campo. Foram seis gols marcados e muito empenho dentro de campo em 18
partidas.
Sua
história em 2017 seguirá sendo escrita com todo talento e vontade do camisa 35.
Em 24 confrontos disputados, o meio-campista marcou dez vezes e continuará como
parte fundamental no elenco do Fla.
Diego
bateu no peito, assumiu a responsabilidade e mostrou que suas primeiras
palavras com a camisa do Flamengo seriam honradas. Veio para ser feliz e viver
a paixão rubro-negra, buscando, jogo a jogo, deixar o Mais Querido onde ele
pertence: o topo.

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