São Januário…

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Torcida do Flamengo em São Januário, contra o Vasco – Foto: Divulgação

KLEBER
LEITE
: Quem olha a tabela do Campeonato Brasileiro, talvez imagine uma
igualdade técnica entre o terceiro e o sexto. Como o campeonato ainda não
atingiu o ponto em que tudo fica mais claro, há de se imaginar um equilíbrio
entre Flamengo, o terceiro, e Vasco, o sexto.

Na
realidade, e sem qualquer influência emocional, este jogo só pode ser encarado
como equilibrado pelo fato de ser realizado em São Januário, pois inegavelmente
o Flamengo tem um elenco infinitamente melhor e, não bastasse isso, um time
bom, que começa a ganhar entrosamento.
Além
do que foi colocado, o Flamengo vai completo, já que Pará ou Rodinei, a
diferença não é tão grande. O Vasco, além da inferioridade técnica, tem
problemas na escalação, principalmente com a ausência do jovem e talentoso
Douglas.
Acontece
que o jogo é em São Januário, que terá lotação máxima, com goleada cruzmaltina
nas arquibancadas, em função do regulamento do Campeonato Brasileiro. De cada
dez torcedores, nove estarão torcendo para o Vasco.
E, não
fosse São Januário, isto é, não fosse a performance do Vasco como mandante,
certamente estaria próximo ou, na zona de rebaixamento. Portanto, localizado
está o nosso grande adversário.
Dá pra
ganhar em São Januário? Confesso que estou otimista. Hoje, o futebol mudou e,
há muito menos árbitros caseiros do que antigamente. Além disso, o time do
Flamengo é cascudo e, neste tipo de jogo, experiência conta, e muito.
O
horário do jogo, simplesmente espetacular!!! Jogando às 18h, o sábado é todo do
torcedor, que pode fazer o que bem entender durante tarde e manhã e, se tiver
disposição, a noite será uma criança…
Ontem,
Washington Rodrigues, o genial Apolinho, enquanto apresentava o seu programa na
Rádio Tupi, recebeu a visita do rubro-negro Leonardo, mineiro, de Belo
Horizonte. O filho de Leonardo nasceu em 1995, ano do nosso centenário e, foi
batizado com o nome de Washington Kleber, homenagem ao Velho Apolo e a mim.
Caramba, quanta honra e que homenagem linda. Obrigado, Leonardo!!!
Como
compôs Peninha, um trecho de “Sozinho”, canção eternizada por Sandra de Sá, Tim
Maia e Caetano Veloso, retrata com fidelidade as almas rubro-negras, minha e do
Velho Apolo… “é que carinho às vezes cai bem…”. E, como… quanto mais pintado
com tanto amor e, em vermelho e preto.

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