Veja candidatos a destaques da Taça BH Sub-17

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Rhyan, atacante do Flamengo sub-17 – Foto: Divulgação

NA
BASE DA BOLA
: A Taça BH Sub-17, maior competição da categoria no Brasil, começa
nesta quarta-feira. Ao todo, são 32 clubes em busca de um troféu que no ano
passado foi do São Paulo, de Marquinhos Cipriano, após uma goleada por 4 a 1 em
cima do Palmeiras, de Alan, na decisão. O Flamengo, que caiu na semifinal para
o Tricolor paulista, teve os três artilheiros do torneio: Bill, Lincoln e um
tal de Vinícius Júnior, os três com seis gols marcados.

Em
2017, a disputa parece um pouco mais equilibrada. Alguns dos melhores jogadores
da geração 2000 do Brasil queimaram etapas e já estão no sub-20 ou no
profissional. Isso quer dizer que a Taça BH não terá nomes de qualidade? Não,
pelo contrário. Abre espaço para outros garotos evoluírem. Confira alguns
candidatos a destaque do torneio.
Alan e Vitão (Palmeiras)
Vice-campeão
no ano passado, Alan, o camisa 10 da seleção sub-17 campeã sul-americana, está
novamente inscrito e chega com o status de jogador mais badalado do torneio. Ao
lado dele, Vitão, o capitão do time, dá as cartas na zaga, mas pode jogar
também como lateral-direito ou volante (chegou a ser inscrito na Libertadores
em 2017).
Rodrigo Nestor e Helinho (São Paulo)
Volante
ou meia, não importa. Rodrigo Nestor é daqueles que trata bem demais a bola com
a perna esquerda, e a bota onde quer. Já brilhou na última final e tem talento
para brilhar ainda mais, embora falte um pouquinho de intensidade em alguns
momentos. Foi campeão sul-americano com a seleção sub-17 também. Com o rápido
Helinho, fará uma boa parceria no meio-campo são-paulino.
Rhyan e Lucas Gabriel (Flamengo)
O
primeiro, mesmo nascido em 2001, é artilheiro rubro-negro no Carioca Sub-17 com
nove gols, e foi muito bem nas finais da Taça Guanabara Sub-17. O segundo,
volante ambidestro, também está no primeiro ano de juvenil e foi bem demais no
sub-15. Já entra no time aos poucos.
João Pedro e Miranda (Vasco)
Ambos
são nascidos em 2000. O primeiro, atacante rápido, canhoto, daqueles que parte
sempre para cima da marcação. O segundo, um zagueiro com capacidade para jogar
como volante e passagens por seleções de base.
Marlon e Rhuan (Botafogo)
Vice-campeão
da Taça Guanabara Sub-17, o Botafogo tem dois jogadores muito interessantes no
setor de criação. O canhoto Marlon, nascido em 2001, pensa mais o jogo e acha
bons passes. Rhuan, um ano mais velho, é mais driblador e agressivo.
Rodrygo e Yuri Alberto (Santos)
O
ataque do Santos é nascido em 2001 e poderosíssimo. Rodrygo (foto) é apontado
como o “novo raio” da Vila Belmiro e impressiona pela habilidade com
a bola no pé. Yuri Alberto é matador, centroavante forte e técnico, campeão
sul-americano sub-17 com a seleção brasileira.
Samuel e Leandro (Fluminense)
O
primeiro, centroavante, é artilheiro do Carioca Sub-17 com 11 gols e
impressiona pelo posicionamento na área. O segundo, meia, é baixinho, canhoto e
extremamente talentoso. Ambos têm passagem por seleções de base.
Vitinho e Gustavo Mantuan (Corinthians)
Tratado
como joia desde cedo, Vitinho perdeu a posição de titular na seleção sub-17 e
tenta voltar ao bom momento que o levou a fazer testes no Manchester City. Ele
é o camisa 10 do Corinthians, que também conta com o bom meio-campista Gustavo
Mantuan, irmão de Guilherme Mantuan, hoje treinando nos profissionais.
Vinícius Henrique e Vinícius Popó
(Cruzeiro)
A
dupla de Vinícius cruzeirenses é promissora. O primeiro, canhoto, é campeão
sul-americano sub-15 pela seleção brasileira. O segundo vem empilhando gols
desde o ano passado e está, ainda, no primeiro ano de juvenil.
Wandrew e Alerrandro (Atlético-MG)
Dois
selecionáveis, além do zagueiro Matheus Stockl. Wandrew (à esquerda na foto),
volante canhoto que chega bem na área, só não foi campeão sul-americano sub-17
porque estava machucado. O segundo, centroavante matador, estava no grupo
comandado por Carlos Amadeu.
Victor Bobsin e Petterson (Grêmio)
Dois
dos melhores jogadores da geração 2000 gremista. Bobsin, campeão sul-americano
sub-17, chama a atenção pela qualidade no passe. Petterson, o Pet, é um
lateral-direito que apoia o ataque com muita qualidade.
João Victor e Jonathan Schuttz
(Internacional)
São
dois jogadores nascidos em 2001, e os dois mais badalados do Inter. João
Victor, centroavante, se destaca pela capacidade de finalização e tem também
uma boa técnica. Jonathan, volante, embora não seja muito rápido, chega sempre
com qualidade ao ataque.
Rodrigo Guth e Kazu (Coritiba)
Também
campeões sul-americanos sub-17, ambos seguem a tradição do Coxa de sempre
revelar bons defensores. Guth, zagueiro, tem bom biotipo para a posição e boa
leitura de jogo. Kazu, lateral-esquerdo, tem força e velocidade.
Jhonny Lucas (Paraná)
O
camisa 10 do Paraná já é badalado, titular do time sub-19 e cogitado até nos
profissionais, além de ter vários clubes já em seu encalço. Habilidoso,
driblador e dono de um bom chute, será muito visado na competição.
Ramires e Dimitri (Bahia)
Uma
dupla de meias que se complementa. O primeiro, rápido e intenso, corre o tempo
todo. O segundo, cerebral e canhoto, mostra muita qualidade no passe e boa
finalização.
Lucas e Yuri Sena (Vitória)
Centroavante
goleador, Lucas já atua nos juniores do Rubro-Negro baiano e chama a atenção
pela força física.
João Gabriel e Vitão (América-MG)
O
Coelho, que sempre tem bons jogadores na base, apresenta mais alguns nessa
geração 2000. Um deles é João Gabriel. volante canhoto que se apresenta para o
ataque com qualidade. Outro é o centroavante Vitão, esperança de gols do time.
Luan (Avaí)
Meia
habilidoso, com boa visão de jogo e velocidade, já foi convocado para a seleção
sub-17 em alguns momentos e é visto internamente como uma grande promessa do
clube.

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