A rivalidade entre os Presidentes de Flamengo e Botafogo

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Foto: Reprodução

GOAL: Mais
uma vez Flamengo e Botafogo estarão frente a frente em um jogo decisivo. Algo
se tornou bastante comum na última década quando as equipes se acostumaram a
decidir o Campeonato Carioca e, agora, pela segunda vez em menos de quatro
anos, se reencontram no mata-mata da Copa do Brasil.

Mas a
rivalidade entre as duas equipes começou lá atrás e teve seu auge nas décadas
de 60/70 quando o time Alvinegro atravessou a melhor fase de sua história.
Curiosamente na época em que, Eduardo Bandeira de Mello e Carlos Alberto
Pereira, mandatários das duas equipes, eram frequentadores assíduos das
arquibancadas.
Não à
toa, a dupla de presidentes, vem protagonizando nos últimos anos uma batalha
fora dos gramados. Willian Arão, clássicos no Rio, Arena da Ilha e Twitter, são
apenas alguns casos onde essa rivalidade entre os dois tomaram s páginas dos
jornais.
Visto
como torcedores fanáticos, sempre que uma polêmica surge, um fica cobrando
atitude do outro e acaba, talvez, levando a coisa para o lado pessoal.
Sem o
Maracanã, em 2016, o Flamengo chegou a cogitar um acordo com o Botafogo para
utilização do Nilton Santos, o que foi prontamente negado por Carlos Eduardo
Pereira. Isso seria uma resposta à transferência de Willian Arão, que trocou o
Alvinegro pelo Rubro-Negro no mesmo ano.
A
troca de farpas entre a dupla é constante na imprensa, o que só reforça a tese
de que a rivalidade entre as duas equipes nos tempos em que ambos frequentavam
as arquibancadas reflete nos dias de hoje.
Na
época, era comum o Botafogo levar vantagem sobre o Flamengo, o time da Estrela
Solitária chegou a aplicar uma goleada histórica por 6 a 0 sobre os
Rubro-Negros, que anos mais tarde, com a geração de Zico, devolveu indo à forra
com o mesmo placar.
E
engana-se quem pensa que para o duelo desta quarta não houve polêmica. O
Botafogo se recusou a ceder uma porcentagem dos ingressos para o Flamengo
obrigando a diretoria do clube comprar os bilhetes para poder disponibilizar
para sua torcida.
Se
dentro de campo a expectativa é por um grande jogo, fora dele há certeza de que
as polêmicas estão só começando e que sem dúvida, os presidentes ainda deixaram
alguma rixa no ar.

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