Juan minimiza decisão no Mineirão: “Não faz diferença”

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Juan e Lucas Paquetá do Flamengo – Foto: Gilvan de Souza

ESPORTE
INTERATIVO
: Demorou 21 anos, mas valeu a espera: Juan completou 300 jogos com a
camisa do Flamengo na última quarta-feira (23), na vitória sobre o Botafogo que
deu ao Rubro-Negro a vaga na final da Copa do Brasil. Ao Esporte Interativo, o
camisa 4 falou sobre a marca pelo clube da Gávea, a briga por títulos e a
chegada do novo treinador, Reinaldo Rueda.

Esporte Interativo: Os 300 jogos pelo
Flamengo demoraram, mas vieram em grande momento.
Juan:
“É um momento especial. Pelo fato de ter voltado para o Flamengo já com
250 jogos, esse jogo 300 teria que acontecer mais rápido. Mas, pelas
circunstâncias, demorou e veio em um jogo especial, um jogo decisivo. E saímos
vencedores”.
EI: Não decidir a Copa do Brasil no
Maracanã vai pesar para o Flamengo?
J:
“Não faz diferença. Muitos times ganham e perdem em casa. São duas grandes
equipes e vamos ter dois grandes duelos. Vamos jogar bem no Maracanã para ter a
cabeça boa para decidir no Mineirão”.
EI: A vitória dura sobre o Botafogo dá
mais moral para a equipe?
J:
“Foi importantíssima a vitória. Dá confiança e tranquilidade para
trabalhar. Uma eliminação custaria muito para a gente. Dá tranquilidade para
jogar o Brasileiro, temos mais um jogo no domingo e precisamos de vitórias para
dar um salto na tabela”.
EI: Para você, Jayme de Almeida e outros
atletas campeões da Copa do Brasil podem contribuir a mais?
J:
“São coisas que ajudam muito. Não só o Jayme, mas tem jogadores aqui que
já venceram a Copa do Brasil e tem outros campeonatos de nível nacional e
internacional. Tudo de positivo que puder passar vai fortalecer ainda mais o
grupo”.
EI: Desde a chegada de Rueda, são três
jogos e nenhum gol sofrido pelo Flamengo. Qual é a contribuição do gringo?
J:
“Ainda é um início de trabalho. A filosofia dele é diferente da que o Zé
Ricardo implantava. Com o Rueda, temos mostrado um time com menos posse de
bola, principalmente no campo do adversário. Estamos fazendo menos isso em
relação ao primeiro semestre. Estamos mais protegidos defensivamente. Cada
treinador tem a sua filosofia e temos que absorver o mais rápido possível o que
ele tem para passar para a gente”.
EI: Domingo, o Flamengo volta as atenções
para o Campeonato Brasileiro. Quais ainda são as pretensões?
J:
“Depois do Atlético, vamos ter mais três jogos no Rio de Janeiro.
Precisamos de vitórias para dar um salto na tabela. Já enfrentamos o Atlético
algumas vezes nesse ano e sabemos que é um adversário qualificado. Vamos
enfrentar um time forte”.

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