Póvoa faz balanço sobre montagem do elenco e escolha de ginásio

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Foto: Divulgação

GARRAFÃO RUBRO-NEGRO: por Enéas Lima

A cada
temporada se renova a expectativa pela manutenção de um elenco competitivo para
a disputa dos principais torneios que o clube irá participar. Alexandre Póvoa,
vice-presidente de esportes olímpicos do Flamengo, em entrevista ao blog
Garrafão Rubro-Negro fez um balanço da montagem do plantel para esse ano.
–  Toda montagem de elenco a gente senta e
tentarmos formar o elenco ideal, vamos negociando. Às vezes, esse elenco ideal
não é possível. A gente acaba adaptando esse ideal para o possível. Esse ideal
para o possível não me refiro a somente jogadores, mas também a questão do
orçamento. E acho que a posição do armador desde a saída do Laprovittola era
uma posição carente. Achamos que o Rafa Luz naquela temporada conseguiria
resolver, mas não foi aquilo que a gente esperava. Na temporada passada
contratamos o Ricardo Fischer e acreditamos que ele seria o jogador que iria
resolver. Acabou sendo uma temporada muito difícil, com contusões. E ele acabou
tendo uma proposta do exterior e foi embora. E essa posição que nós acreditamos
que precisávamos ser mais consistentes nessa temporada.
Póvoa
destaca como foram as escolhas dos reforços pontuais para o elenco.
–  O armador venezuelano David Cubillan era um
armador que a gente já estava atrás e que estava sendo monitorado há um bom
tempo. Não só foi monitorado pela comissão técnica, mas também foi indicado
pelo ex-técnico da seleção brasileira, o Rubén Magnano. O Arfhur Pecos é outro
jogador que já estávamos também acompanhando há muito tempo. Ele que foi o
melhor sexto homem do último NBB. Na parte do garrafão, a gente achava que
necessitava mudar alguma coisa pois sentimos que na temporada passada faltou
algo. Contratamos o MJ Rhett que estava atuando bem e o José Neto tem uma rede
de contatos fora do Brasil e esse norte-americano acabou sendo o indicado. Na
Liga Dominicana, podemos acompanhar ele bem de perto e só confirmou a ideia que
era o jogador ideal para trazer. E aí o que acontece é que temos um jogador
muito jovem que é o João Vitor e a gente achou que a precisava de um jogador
que pudesse marcar mais o arremesso vindo ali de fora, mais fora, jogasse
também como um jogador da posição 4 que é a posição do Olivinha, o Rhett pode
fazer essa função também. E o Pilar é o jogador que estava ainda disponível no
mercado e acabamos fechando sua contratação.
Alexandre
Póvoa falou da pluralidade do elenco visando as competições no decorrer de
temporada.
– A
gente tem um elenco bem montado. Temos dois armadores característicos (Cubillan
e Pecos), Temos o Humberto e o Ramon que podem atuar na posição 2 e na 1
também.  Temos 3 jogadores que podem
atuar na posição de ala que são o Marcelinho, Marquinhos e o Pilar. Temos 4
jogadores que podem atuar como ala pivôs e pivôs, sempre lembrando que o Pilar
pode jogar lá dentro. Temos um time bem diversificado.
O
vice-presidente afirma que a Arena Carioca 1 e o Tijuca Tênis Clube são os
ginásios mais prováveis a serem urilizados no NBB 10.
– A
Arena Carioca 1 e o Tijuca são os ginásios mais prováveis para utilizarmos no
NBB. A Arena Carioca 1 está montada para receber 6500 pessoas. O nível superior
está fechado. E essa arena para a temporada regular do NBB atende bem a demanda
da televisão perfeitamente.  Os jogos que
devem ter transmissão da televisão devem ser disputados lá.  E caso o clube chegue à final, ela pode ser
lá de novo, aí abriríamos o setor superior da Arena Carioca 1 ou podemos acabar
mandando uma possível final na Jeunesse Arena, antiga Arena da Barra.

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