Designer critica descentralização da Caixa na camisa do Flamengo

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Felipe Vizeu usando nova camisa amarela do Flamengo – Foto: Gilvan de Souza

COLUNA
DO FLAMENGO
: Há alguns meses, o Flamengo lançou sua terceira camisa. Com as
cores amarelo e azul, remeteu ao início do clube, no final do século XIX.
Depois de lançado, algumas críticas começaram a ser feitas. Inclusive, o
apresentador e narrador Galvão Bueno contestou o uso do uniforme durante o
programa Bem Amigos, do SporTV.

A
Placar Ao Vivo, recebeu o designer Glauco Diogenes para explicar os conceitos
de várias camisas do futebol brasileiro, inclusive do Mais Querido. De
positivo, apenas a rememoração do início da história do clube.
“Gosto
do fato da cor fazer referência ao passado. No caso do grafismo do Maracanã
(nas mangas), é bacana porque faz uma associação ao estádio. Quando você pensa
em Flamengo, associa ao Maracanã”, afirmou
Pelo
lado negativo, Glauco explica que há alguns problemas técnicos. Nas mangas, o
azul faz referência às cadeiras do Maracanã. Segundo o designer, há um problema
técnico no grafismo.
“Quando
se faz o grafismo nas mangas, você tem um problema técnico para a aplicação dos
patrocinadores. Você não tem legibilidade nenhuma. É uma maçaroca de elementos
que ficam uns sobre os outros”, comentou, falando sobre o local onde fica o
patrocínio da Carabao.
Na
parte central do uniforme, também há problemas técnicos. O logotipo da Caixa
não está alinhado, deixando muita informação na parte superior da camisa.
“Está
tudo muito engendrado em cima, com a logo ‘sufocando’ o escudo. Tem uma
desarmonia muito grande. Ela poderia estar alinhada com a manga, pegando o topo
da manga com o topo do Caixa, ficaria perfeito”.
O
design completa, destacando o lado positivo da logo. 

“Ficou legal a cor do
logotipo da Caixa. Por ser azul, integra com as cores da camisa. Isso ficou
harmônico. E mesmo o uso do laranja sobre o amarelo, ficou um tom sobre tom
discreto”, finalizou Glauco.

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