Flamengo encara a Ponte Preta longe do esperado

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Lateral Renê, do Flamengo, contra a Ponte Preta – Foto: Alexandre Loureiro/Getty Images

UOL: No
mundo perfeito idealizado pelos rubro-negros, o jogo desta segunda-feira diante
da Ponte Preta, às 20h, no Moisés Lucarelli, seria nada mais do que um mero
protocolo.

Com o
título da Copa do Brasil no bolso, a partida poderia ser uma boa possibilidade
para o técnico Reinaldo Rueda dar corpo ao seu Flamengo ideal, ainda que não
possa contar com os convocados Guerrero, Cuéllar e Trauco. Nas vagas dos
estrangeiros, o comandante deverá optar por Lucas Paquetá, Márcio Araújo e
Renê, respectivamente.
Mas a
linha que separa o sonho do pesadelo foi rompida na última quarta-feira, no
Mineirão. Com o vice da competição nacional, o Flamengo acordou sob intensa
pressão por resultados e ante uma necessidade urgente de dar rápidas respostas.
Em sétimo lugar, o time precisa vencer os campineiros para virar a página e
ultrapassar Cruzeiro e Botafogo. Com 39 pontos, pode encostar no Palmeiras,
quarto colocado, que soma 43 e perdeu para o Santos no sábado.
Com
apenas a Copa Sul-Americana como uma possibilidade de volta olímpica até o
final do ano, o milionário Fla não pode ser dar ao luxo de depositar todas as
fichas por uma vaga na Libertadores em apenas uma frente.
“A
pressão segue a mesma. E ela é necessária no futebol. Temos De estar
pressionados todo o tempo, exigimos isso por essa camisa e por nossa profissão.
Por respeito à torcida e à nossa família”, afirmou Rueda.
Se não
poderá contar com o trio de selecionáveis, o colombiano terá Diego à
disposição. Também convocado, o meia foi liberado e só se apresentará ao
técnico Tite na terça-feira. Jogador que perdeu um pênalti em Belo Horizonte, o
camisa 35 goza de prestígio com o comandante:
“Diego
voltou para a seleção depois de muitos meses. É um ser humano que quer sempre
agradar e sempre ser melhor. É o que faz a cada treinamento, sempre com muita
intensidade”.

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