Flamengo se divide entre preparação e turbilhão político

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Reinaldo Rueda, do Flamengo – Foto: Gilvan de Souza

GOAL: A
perda do título da Copa do Brasil foi o estopim para instalar de vez uma crise
política no Flamengo. Revoltados com a administração do futebol feita por
Eduardo Bandeira de Mello, a oposição do Flamengo começou a se manifestar de
forma mais incisiva e Márcio Braga, presidente mais vitorioso da história do
clube, foi duro nas críticas ao atual mandatário em entrevista exclusiva à Goal
Brasil.

Não
bastasse a indignação, Márcio Braga também reuniu a oposição para começar a
trabalharem de olho na próxima eleição do clube, que acontece no final de 2018,
o ex-mandatário deixou claro que Bandeira de Mello não conseguirá eleger seu
grupo político.
Como
uma resposta a todas as críticas e os vexames no futebol, Bandeira de Mello
decidiu entregar o cargo de vice-presidente de futebol e nomeou Ricardo Lomba,
membro do, SóFla, grupo político que é a sua base eleitoral dentro do clube.
E é
justamente diante de todo esse turbilhão que o futebol segue a preparação para
o restante do Campeonato Brasileiro e para a Sul-Americana, praticamente única
competição entre as duas em que o clube ainda tem boas chances de sair com o
título.
Se ao
colocar os pés no Brasil, Reinaldo Reuda já havia recebido uma carta da
oposição expondo as críticas contra a atual gestão, hoje, ele pode acompanhar
de mais perto o quanto a política está inserida de forma mais do que necessária
no futebol Rubro-Negro.
Entre
todos esses acontecimentos, o treinador prepara o time para a sequência do
Brasil, na volta da data FIFA, o Flamengo vai encarar o Fluminense, numa
sequência de jogos decisivos entre Brasileirão e Copa Sul-Americana. As duas
equipes se enfrentam no dia 12 de outubro, no Maracanã. A partida é válida pela
27ª rodada do Campeonato Brasileiro.

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