Rafinha torce por paz no Chile para a final da Libertadores, mas prega foco: “A cabeça está no Brasileirão”

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A chegada dos laterais foi cirúrgica para o rendimento do Flamengo nos campeonatos. Com personalidades distintas, Rafinha e Filipe Luís representa a junção de que todos os times precisam: o equilíbrio. Na zona mista, Rafinha demonstrou estar contente sobre a final da Libertadores ser no Chile.

 Torço para que seja lá no Chile, tenho muitos amigos lá, adoro o povo chileno. Tem tantos amigos que fiz no futebol que são de lá… Torço para que seja lá e que tudo volte ao normal, mas nossa cabeça está aqui no Campeonato Brasileiro. Pra Libertadores ainda falta muito.

FOTO: MARCELO CORTES / FLAMENGO

Recuperado, mas usando proteção, Rafinha é um dos principais laterais do território sul-americano. Na Copa Libertadores, são 12 desarmes em seis jogos, o atleta do Mais Querido tem como principal característica a chegada no ataque, e claro, a experiência de passar mais de uma década no futebol europeu.

No dia da final contra o River Plate, sábado (23), Rafinha provavelmente não estará usando a mascara de proteção. Para os jogos do Campeonato Brasileiro, especialmente nas partidas contra CSA, Goiás e Corinthians, Jorge Jesus não está usando os dois laterais titulares simultaneamente, sendo assim, poupando os atletas para o jogo da Libertadores.

Por: Coluna do Fla

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