terça-feira, setembro 29, 2020
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A incrível saga do ‘Flamengo favorito’.

Canelada
– Desde o começo, quando desenhou-se o panorama das equipes do rio, o Flamengo
por ter mantido a base do bom final de campeonato brasileiro ano passado,
sempre saía na frente da arcoirisada em relação a elenco e entrosamento.

O
motivo para isso era bastante simples: Botafogo rebaixado, jogado as traças na
mão de um novo presidente. O Fluminense acabara de romper com o maior
patrocínio da historia do clube (dizem por aí, que este era até maior que o
Flu) e o Vasco tava todo desmantelado após a pífia participação na serie b de
2014, onde subiu apenas na quarta colocação. Sem dúvida nenhuma, restou, para
nós, a alcunha de “melhor” time do rio, consequentemente candidato mais forte
ao título do carioqueta.
Ao ver
a imprensa nessa bajulação toda, surgiu dentro de mim, rubro negro fanático, um
sinal de alerta. Não é de hoje que venho martelando: Flamengo e favoritismo não
jogam juntos.
Flamengo
não serve pra ser favorito e muito menos para segurar vantagem. Os jogadores
não entendem e o próprio torcedor não aceita. Se existisse um manual de como
torcer para o Flamengo, com certeza teria uma página exclusiva, para escrever
bem grande e em negrito: Jamais falarás e principalmente, colocais o Flamengo
como favorito ou em vantagem.
Tem
certas coisas nessa vida que não mudam, uma delas é que o Vasco sempre será
vice do Flamengo e a outra é que o Flamengo sempre amarelará quando tiveres a
vantagem em mãos.
Era
uma mera semifinal, logo a primeira certeza caiu por terra. Restou a nós a
segunda certeza, e essa o rubro negro e a mídia fizeram questão de seguirem ao
pé da letra o que não se deve fazer.
Deu no
que deu. Torcedor do Flamengo, ao contrario de outros momentos, não esbanjava
fé e muito menos a arrogância peculiar do rubro negro. Esbanjava certeza.
No
Flamengo nada pode ser tascado como certo.
Caímos.
Caímos
pro nosso maior rival. Caímos jogando mal.
Ao
final da partida, eis que chega o choque de realidade. É a hora que o rubro
negro reflete em si e faz a analise que ele mesmo sabia que deveria ter feito
há muito tempo atrás, mas por ser sempre teimoso não fez.
Eis a
reflexão: “Deixamos os jogadores se sentirem os ban ban bans e agora?”
Agora
nós admitimos nosso erro. Admitimos o do juiz também, é verdade, mas perdemos
no campo onde em 180 minutos nossos jogadores não jogaram futebol. E muito
menos transmitimos a real mística rubro negra a eles.
Então
rubro negros, o juiz errou. Mas ao contrário do que os torcedores da vasca
fazem, nós simplesmente aceitamos e vamos dormir com a consciência tranquila
que se o time tivesse jogado bola e nós transmitissem o que já sabemos de có,
nada nos deteria. Nem mesmo o juiz, neste caso um mero “coadjuvante”
Esse
maldito favoritismo nos pegou de novo. Aprendemos novamente a lição que já
sabíamos. Segue o jogo.
Que
venha a copa do Brasil! Que venha o Brasileiro! Dessa vez com a cabeça no
lugar.
Conte
comigo, Mengão!
Srn,
André Oliveira

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