terça-feira, setembro 22, 2020

A peça.

FLAMENGO
RJ – Como tudo indica que a única competição que ainda vai despertar nosso
interesse este ano será nas urnas, será esse o assunto da coluna de hoje.
Começando por uma rápida historinha e algumas perguntas no final.

Vamos
imaginar que você escreveu uma peça. Uma peça que você, além de escrever,
decidiu produzir e dirigir. E só não vai dar uma de Woody Allen e protagonizar
também, porque seu tipo não combina com o personagem principal.

Então,
vinte dias antes da estreia, você convida um amigo, que se encaixa perfeitamente
nesse personagem principal.
O
texto é FANTÁSTICO, sua direção é MARAVILHOSA e a peça se transforma em um
tremendo sucesso.

que, a partir de tamanho sucesso, esse seu amigo – e ator principal – passa a
se sentir um Al Pacino e a fazer modificações no texto (cacos), que comprometem
o sentido da sua história original, pouco se importando com sua discordância
diante dessa conduta.
A peça
é um sucesso internacional e, lógico, ele atrai para si toda a simpatia de
público e mídia. Você, decepcionado com a atitude desse “amigo”, opta por se
afastar.
Mas,
como a peça é SUA, você se sente no direito de montar outra, com o texto e
proposta iniciais. Fortalecendo suas convicções, um a um dos integrantes do
elenco original abandona a peça já em cartaz e vem ajudá-lo na remontagem da
sua.
E aí
eu pergunto: Que tipo de juízo você passaria a fazer desse amigo? Você
aceitaria o rótulo de “excessivamente vaidoso”, apenas por exercer o direito de
ver sua obra, exatamente como a idealizou, nessa nova montagem? De quem é o
VERDADEIRO mérito do sucesso da peça?
A OPÇÃO
Antes
de mais nada, faço questão de deixar BEM CLARO que não participo da política do
clube, não anseio pelos favores de ninguém de lá, não conheço nenhum dos
integrantes das chapas pessoalmente e não tenho contato com ninguém dessas
chapas através de Redes Sociais.
Minha
opinião se baseia unicamente na interpretação dos fatos que tenho acompanhado
nos diversos meios de comunicação, desde que esse grupo assumiu. E, obviamente,
nem considero a possibilidade de uma mudança de rumo no nosso atual modelo de
gestão financeira.
Tenho
plena consciência de que faço parte de uma minoria – entre  nossos torcedores em geral e, inclusive, aqui
no FlaRJ (o que não chega a ser novidade) – que prefere a parceria Bap / Walin.
E como o espaço aqui é ABSOLUTAMENTE democrático, vou expor a vocês minha
opinião pessoal e espero que vocês façam o mesmo.
Ressaltando,
inclusive, que se o Sr. Eduardo vencer as eleições, o que parece bem provável,
não vou chegar a arrancar os cabelos em desespero, pois acredito piamente que a
política financeira que ele recebeu no script, continuará a ser exercida com a
mesma competência demonstrada até agora.
O MOTIVO
Não é
segredo para ninguém. Existem várias entrevistas com declarações do Bap
afirmando que o acordo de decisões em grupo foi quebrado pelo Eduardo.
Verdade
ou mentira? Não sei! Se não forem verdadeiras, Bap é mesmo um vaidoso,
mentiroso e invejoso.
E se
forem verdadeiras, como muitas outras pessoas do grupo inicial confirmam que
são (e pode ser comprovado nas matérias postadas no final desta coluna)?
A
conclusão lógica seria que Eduardo se deixou seduzir pelo poder. Gostou do
status, da exposição, da cadeira. É um carente sem caráter. Lobo em pele de
Cordeiro. Um tremendo TRAÍRA, extremamente competente na administração de
finanças. Simples assim!
Reconheço,
estaria mentindo se negasse estar meio de SACO CHEIO dessa imagem “bonzinho
demais”, com resultados “mauzinhos demais” no campo do Sr. Eduardo e isso
também influencia minha preferência pelo estilo Bap.

Mesmo
sendo um tremendo fã da imagem do Dalai Lama, se tivesse que escolher entre
alguém com a personalidade dele ou a do Alexandre Kallil para presidir o
Flamengo, nem pestanejaria na opção pelo segundo.
Ainda
acredito que, neste momento, O MELHOR para o Flamengo, seria uma candidatura de
conciliação com o Alexandre Póvoa. E vou torcer MUITO para que ela se
concretize. Mas caso o Sr. Eduardo continue se negando a aceitar uma
conciliadora chapa única, não sentirei o menor constrangimento em admitir que
apoiarei a chapa do Bap. Mesmo porque, o MAIOR ídolo da nossa história, que
conhece o clube por dentro melhor que qualquer um, pensa da mesma forma.
Enfim,
serão 40 milhões de opiniões (cada qual com sua razão) e, acreditem, dentre
esses haverá até quem ache que aquele modelo antigo ainda seria o melhor.
Inclusive entre os RISÍVEIS pouco mais de três mil votantes que decidem o nosso
futuro. Portanto, sintam-se inteiramente à vontade para expressar as suas.
Afinal, Democracia é para isso e não tenho a menor dúvida que estamos TODOS
torcendo para que, no final de tudo, o Flamengo seja o maior vencedor!
PRA
CIMA DELES, MENGÃO !!!

Ricardo
Perez

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