segunda-feira, setembro 28, 2020
Início Notícias Acertado com Minas, Danielzinho deixa o Flamengo após 12 anos.

Acertado com Minas, Danielzinho deixa o Flamengo após 12 anos.

Foto: Divulgação

GARRAFÃO
RUBRO-NEGRO
: No meio do período olímpico, mais um ciclo chegou ao fim no
Flamengo. No clube desde os oito anos, Danielzinho teve proposta para renovar,
mas optou pelo acerto com o Minas. O jogador, que conquistou todos os títulos
recentes, era o último remanescente da geração campeã da primeira edição da
LDB, conquistada em 2011.

Em
entrevista exclusiva ao Garrafão Rubro-Negro, o armador se mostrou motivado com
o novo desafio e foi objetivo ao revelar suas próximas metas:
“Estou
me sentindo muito feliz. É um novo desafio e acho que todos os atletas estão a
procura de um. Foram doze anos lutando muito no Flamengo, dando o sangue em
cada treino para conquistar meu espaço. Mas acho que agora chegou a hora de
respirar novos ares e vivenciar momentos diferentes no Minas, que é um clube
com uma ótima gestão e jogadores espetaculares, além da comissão técnica.
Sempre foi um sonho jogar em Belo Horizonte e estou feliz com a chance de
realizá-lo. Meus objetivos são simples. Vou me matar de treinar para ter uma
oportunidade de mostrar meu jogo, que sinto que está cada vez mais maduro.
Espero me adaptar rápido e seguir em frente com a minha carreira de jogador de
basquete, porque é algo que amo fazer. Estou ansioso para ter contato com meus
técnicos e companheiros, e vestir a camisa do time.”
Danielzinho
opinou sobre a importância de atuar pelo Fla e escolheu dois momentos
marcantes:
“Eu
nunca escondi que jogar no Flamengo era diferente. Isso é realmente verdade.
Estava lá desde os meus oito anos e sei bem o quão maravilhosa é aquela
torcida. Passei momentos mágicos em quadra representando o Flamengo. Em relação
a título, o Mundial me marcou muito pelo fato de vencermos um time europeu.
Lembro que a torcida invadiu a Arena. Mas o título mais especial foi o da
primeira LDB. Ninguém acreditava na nossa equipe e fomos campeões de uma
maneira espetacular no Tijuca.”
Agora
membro da equipe mineira, o jogador encerrou com um agradecimento coletivo:
“Jogar
e treinar com esses caras foi algo que não teve preço. Sempre procurei estar
próximo do Herrmann, Gegê, Marcelinho, Marquinhos, Nico e Olivinha para
entender o que eles pensavam sobre o jogo. Foi uma experiência incrível e eu
vou levar para o resto da minha vida. Foi uma honra ser comandado por Chupeta,
Neto e Rodrigo, mas não posso esquecer de outros grandes técnicos, como Boleta,
Gonzalo Garcia, Ígor Meletti, João Batista e Léo Bruno. Tenho que agradecer
muito aos três primeiros, porque além de treinadores, eram pessoas que gostavam
de mim, chamavam minha atenção e conversavam comigo sempre. Espero poder
reencontrá-los em quadra nos próximos anos. Tembém gostaria de agradecer ao
Falcão e ao Rafa Bernardelli, que além de grandes amigos, sempre foram muito
profissionais comigo. E aos meus fisioterapeutas Domingos, Ricardo Machado e
Vitinho. Obrigado por tudo.”

MAIS LIDOS

Agente se revolta e não descarta a saída de Lincoln

O Flamengo mediu forças diante do Palmeiras, na tarde deste domingo, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro. O time Rubro-negro foi a campo com...

Segundo Fábio Sormani, Flamengo usou de “laranja” para se beneficiar

Na tarde desta segunda-feira, o grande e responsável jornalista Fábio Sormani soltou mais uma daqueles declarações complicadas de se ingerir numa rede de televisão....

Presidente do Sport admite interesse em contratar atacante do Flamengo

O Flamengo possui uma das bases mais qualificados do futebol sul-americano. O Rubro-negro se acostumou a fazer grandes negócios com o mercado da Europa,...

O Brasil é de fato, a terra da hipocrisia

Toda a polemica envolvendo a partida do Flamengo domingo, diante do Palmeiras, mostra além da forma como cada dirigente só pensa em seu umbigo,...