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Ao escolher time fixo, Flamengo não tem opções às más atuações de titulares

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Desde que Domenec assumiu o Flamengo, os maiores questionamentos ao seu trabalho se deram ao rodízio de jogadores. Piadas, brincadeiras e críticas fortes ao modelo foram colocadas. Principalmente por causa de Jorge Jesus, que no ano passado havia deixado um time fixo e vencido. Porém, a situação está diferente para essa temporada. Rogério definiu seguir os passos de Jesus. Mas quando as coisas não dão certo e o time não joga bem, o que resta?

Everton Ribeiro tem jogado mal. Arrascaeta tem jogado mal. Bruno Henrique tem sido bastante instável em campo. E no banco, o Flamengo tem vários jogadores encostados a meses, que simplesmente não entram. Como os colocar em campo agora?

Michael não consegue produzir com a camisa do Flamengo. Mas isso antes de ficar no banco, porém agora, sem ritmo, seria ainda pior suas atuações, que de forma geral precisam de velocidade e intensidade. O mesmo serve para Pedro Rocha, que praticamente não vestiu a camisa do Flamengo. Vitinho é o que mais entra, porém segue sendo o mesmo inconstante de sempre. Opções da base poderiam ter sido testadas, mas Rogério se limitou apenas a dar pouca minutagem ao Pepê.

Dessa forma, o elenco considerado “farto” no início do ano, chega na parte final da temporada com poucos lesionados, e mesmo assim, com poucas opções válidas para o time titular. O Flamengo se vê refém de Arrascaeta e Everton Ribeiro. Mas pare e pense em outras posições. Caso Gérson comece a jogar mal, quem o Flamengo tem de opção para ele? Caso Rodrigo Caio vá mal, quem entra? E se Isla errar tudo, quem resolve? Arrascaeta? Everton Ribeiro? Enfim, o Flamengo tem seu time titular, mas na reserva escolheu mal as peças.

Balanço das contratações em 2020

Em 2020 o Flamengo resolveu contratar para alimentar o elenco. O tiro porém não foi muito certeiro. Tudo bem, para Pedro e Thiago Maia o Flamengo ganhou duas ótimas opções, Isla na vaga de Rafinha foi boa sacada também. Porém Michael e Pedro Rocha se mostraram péssimas escolhas. Se olhamos para a zaga então, o dedo foi “podre”. Gustavo Henrique e Léo Pereira acumularam atuações sofríveis e não possuem condições de vestir a camisa do Flamengo.

Além de ter ido mal quando foi ao mercado, a diretoria errou também quando resolveu não ir. Gastando altos valores em alguns nomes de prestígio, faltou pensar no elenco. Era sabida a carência na lateral direita, o Flamengo precisa de um reserva de segurança. Mas, toda vez que Isla é desfalque, a posição é composta por atuações questionáveis de Matheusinho ou João Lucas. No meio de campo, a óbvia necessidade de trazer ao menos um meia criador de jogadas em caso de desfalques de Arrascaeta ou Everton Ribeiro também se provou durante a temporada. Diego Ribas não consegue assumir essa função em campo. Outra posição sem bus ano mercado foi alguém para jogar como “Gérson”, caso o camisa oito ficasse de fora. É bem verdade que seria possível ter Arão e Thiago Maia juntos, porém a mudança de característica seria gritante.

Diante dos erros, resta a diretoria pensar em um 2021 melhor. Com um elenco melhor pensado e estruturado.

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