domingo, setembro 20, 2020
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Arthur Maia e Almir: Os ‘camisas 10’ disfarçados no Fla.

O
Globo – Enquanto a camisa 10, ainda vaga na numeração fixa do Flamengo em 2015,
não ganha um dono definitivo com a chegada do tão sonhado reforço de peso para
o meio-campo, dois jogadores contratados este ano sem badalação iniciam o
Brasileiro como as opções do técnico Vanderlei Luxemburgo para a posição. E se
não é possível usar a camisa mais nobre do futebol, uma coincidência
“aritmética” os aproxima do sonho: somando os algarismos impressos no uniforme,
tanto o 19 de Arthur Maia quanto o 28 de Almir indicam que, às vezes, o
verdadeiro dez se encontra nos detalhes.

Titular
no início do Carioca, Arthur Maia ficou cerca de 40 dias fora dos gramados,
devido a uma lesão muscular, mas voltou ao time no último jogo, marcando um gol
na vitória por 2 a 0 sobre o Salgueiro, pela Copa do Brasil. No Brasileiro, ele
terá de justificar, logo nas primeiras rodadas, o valor da soma do 1 + 9 que
leva na camisa se quiser mostrar ao clube que não há pressa para buscar um dez
no mercado.
— O
número 19 foi uma total coincidência, e já que tem alguma coisa que pode lembrar
um camisa 10, então também é válido. Mas o meu pensamento é apenas de fazer o
melhor na minha posição para ajudar o Flamengo — afirmou.
Reserva
de Arthur Maia, o experiente Almir, de 31 anos, sabe que, em campo, a atuação
conta mais que a camisa:
— A
nossa característica é de um 10, um meia de ligação, mas a camisa não interfere
muito. O mais importante é render dentro de campo. Se eu tiver oportunidade,
espero dar alegria ao torcedor, seja com a camisa 28 ou qualquer outra.
A
coincidência dos números no Flamengo lembra um caso ocorrido em 1998 na Itália.
Após ter de ceder ao brasileiro Ronaldo a camisa 9 do Inter de Milão, o chileno
Iván Zamorano incluiu um sinal de adição entre os números do seu novo uniforme:
com o 1+8 às costas, mostrava que ainda se considerava o camisa 9 do time.
Arthur
Maia e Almir garantem que não pensaram em Zamorano na hora de escolher o
número, e nem cogitam usar o sinal de mais na camisa, mas aprovam a inspiração.

Quando cheguei, gostei do 28. Por coincidência, dois mais oito dá dez, então
ficou tudo certo — brincou Almir.

Depois que escolhi a camisa, cheguei a pensar na coincidência e brinquei com o
Almir sobre isso. Não foi intencional, mas pode até trazer sorte. Vamos
trabalhar para que as coisas possam evoluir — observou Arthur Maia.

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