sábado, setembro 19, 2020
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Atenção,chegou chatuba, hein? Vamo esculachar!

República
Paz e Amor – Andamos de Redley, viemos pegar mulher. A Chatuba de Mesquita o
bonde do Nike Air… Não, não, nada disso, amigos e amigas. Esse assunto já
morreu. No post de hoje falaremos sobre família. Que podemos definir como um
conjunto invisível de exigências funcionais que organiza a interação dos
membros da mesma, considerando-a, igualmente, como um sistema, que opera
através de padrões transacionais. Assim, no interior da família, os indivíduos
podem constituir subsistemas, havendo diferentes níveis de poder, e onde os
comportamentos de um membro afetam e influenciam os outros membros.
Hoje
em dia, entre os estudiosos mais sérios do futebol e suas relações sociais,
existe o consenso científico de que o futebol carioca decalca com assombrosa
verossimilhança a estrutura de uma família celular. Uma família onde o Mengão,
macho alfa por excelência, é naturalmente o pai. Poderoso, colérico e
intolerante, apesar de justo, o Mengão Paizão Severo é sempre forçado a usar de
violência para manter a ordem no lar. Distribui reprimendas físicas ao menor
desvio de comportamento de seus familiares e todos o respeitam e o temem.
O
Bacalhau é a mãe, impotente e submissa, vive apanhando na frente dos filhos,
mas é fiel, respeitadora dos dogmas e o maridão vem sempre em primeiro lugar. O
que explica seu espantoso talento para o vicecampeonatismo. O Flor é a filha
safada e indulgente que gosta de se promover e mesmo sendo de menor tenta se
passar por gente grande. Se maquia, passa pó de arroz e se faz de difícil, mas
é só apertar que ela abre as pernas para qualquer um. O Foguinho é o filho
bastardo, desprezado pela mãe e ignorado pelo pai. Nunca ganha nada, nem no
Natal, nem no dia das crianças. Só mesmo na Páscoa quando o Paizão dá um
chocolate. Muitas vezes não é preciso nem que o pai bata para que comece a
chorar descontroladamente.
Vamos
combinar, não é moleza agüentar uma família desajustada e disfuncional como
essa. Por isso mesmo que para se divertir e se motivar o Paizão está sempre
arrumando aventuras em outras quebradas e dando pouca atenção ao campeonatinho
familiar que no fim sempre vence. Mas com uns filhos desses quem é que pode
culpar um pai que prefere trabalhar na rua a voltar pra casa? E tem mais, com o
tempo a previsibilidade e o enfado comum aos casamentos monogâmicos se instalou
e o Pai já não chega na mãe com o mesmo entusiasmo de anos atrás. Via de regra
é um papai-com-mamãe dos mais enfadonhos Mas mesmo estando mais interessado em
conquistas mais significtivas, em nome da continuidade da família o Paizão vai
ter que dar um confere na baranga de fé nesse domingo.
Quem
sou eu pra ousar dar conselhos a um chefe de família que controla com tamanha
mão de ferro aos seus subordinados, mas já que o Papai Mengão resolveu encarar
o bacalhau caseiro é melhor que o faça direito. Luxemburgo tem é que aproveitar
o carioqueta pra botar a turma toda em forma no domingo pra treinar forte pros
jogos verdadeiramente importantes do Brasileiro. Estamos muito precisados de
ganhar outro. Esse domingo é coletivo com uniforme completo.
Não
resta mesmo alternativa ao Mengão. Se queremos mesmo ser tudo que o destino nos
reservou precisamos nos concentrar em Lilliput para doutrinar a vizinhança mais
uma vez. O Flamengo tem um punhado de bons motivos para enfrentar os palhaços
do Vice com seriedade. E assim salvar a credibilidade de um campeonato marcado
pela incúria da Federação, pela subserviência dos times pequenos e pela
valentia do Flamengo, que enfrenta a tudo e a todos com coragem e determinação.
Somos a última esperança da terra!
Estou
ligado que não devemos deixar o sucesso subir à cabeça e que o sapatinho é a
nossa lei. A modéstia é um fardo e às vezes cansa ser humilde, mas dessa vez
não tem jeito. Estamos mesmo precisando sacudir a baranga de fé. E para o bem
da família do futebol carioca o Papai Mengão vai ter que chacoalhar essa
Mãe-Bacalhau outra vez. Haja Viagra.
Mengão
Sempre
Arthur
Muhlenberg

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