sábado, setembro 19, 2020
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Bola escorregadia, quadra maior… Os desafios do Flamengo.

SPORTV
– A Arena da Barra recebeu na manhã desta terça-feira sua nova quadra para o
NBA Global Games de sábado. Os jogadores do Flamengo, com exceção de Rafael
Mineiro, que retorna com o Bauru do tour nos Estados Unidos, puderam acompanhar
os preparativos para o duelo com o Orlando Magic, às 18h (de Brasília), o
primeiro de uma equipe do país contra uma da NBA em solo brasileiro. O evento
apresentará novidades aos torcedores. Bola, dimensões do piso e tempo de jogo
praticados na liga americana são diferentes dos praticados pela Fiba.
Se no
resto do mundo a partida é realizada em quatro períodos de 10 minutos cada, o
padrão NBA são dois a mais por quarto. O tamanho da quadra também é maior, saem
os 28m (comprimento) x 15m (largura) e entram os 28,65m x 15,24m. A última
grande mudança é a bola, a do basquete americano é mais pesada do que à do NBB.
– O
couro da bola da NBA é diferente, desliza mais, ela é um pouco maior, peso
também maior. A quadra não muda tanto, apesar de também ser um pouco maior. A
distância da linha de três pontos é o que mais a gente sente a diferença (6,25m
para 6,75m) – explicou o armador Rafael Luz.
Formado
pela Universidade de Pikeville e com passagens no basquete espanhol, argentino
e agora no Brasil, o americano Jason Robinson conhece bem os dois lados. Mesmo
muito mais acostumado a jogar na regra Fiba, ele prefere utilizar a bola padrão
NBA.
– A
bola é mais pesada, absorve mais o suor das mãos, prefiro a bola da NBA. Mas
isso tudo é basquete. Talvez você sinta a diferença nos primeiros arremessos,
mas depois acaba se acostumando – falou o ala-armador.
Para
Marquinhos, a bola e a maior dimensão da quadra são obstáculos, mas não mais do
que a questão do tempo de jogo e a parte física dos americanos.
– O
espaço da quadra favorece muito um contra um, o jogador tem mais espaço para
jogar. Na dimensão Fiba, é mais cinco contra cinco, mais difícil jogar. Também
é quase um quarto a mais, com os dois minutos a mais por quarto. Essa
rotatividade por 48 minutos é difícil. Fisicamente tem muita diferença, os
caras são uns cavalos. Desde a universidade, eles são muito atléticos. Nós temos
oito jogadores adultos, nove com o Mineiro que está chegando, mas ainda nem
treinou. É um pouco difícil – declarou o camisa 11, que teve experiência na NBA
pelo New Orleans Hornets entre 2006 e 2008.

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