quinta-feira, setembro 24, 2020
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Caretas e frustração marcam início da guerra de Guerrero por gols em 2016

GE – Paolo
Guerrero
é um inquestionável titular do Flamengo. Mas dentro de campo ainda
busca o seu lugar. O peruano terminou a última temporada prejudicado
fisicamente – o que contribuiu para atuações de menor nível técnico –, mas
iniciou 2016 à procura do espaço em que vai jogar no time que vem sendo montado
por Muricy Ramalho. E isso ficou claro nos 45 minutos em que atuou no
jogo-treino contra o Tigres, nesta quinta-feira, em Mangaratiba (RJ).
O setor ofensivo foi o principal destaque da
vitória por 2 a 0. Especialmente as triangulações. Pela direita estavam Rodinei, Willian Arão e Everton. Do
lado esquerdo, Jorge, Alan Patrick e Emerson, autor dos dois gols. Em meio a
isso, Guerrero tentou se impor na
área, buscou o jogo fora dela. Mas poucas vezes recebeu a bola em condição
clara para concluir.
Seu único chute a gol perigoso foi somente
aos 37 minutos da primeira etapa, quando recebeu passe rasteiro de Rodinei e
concluiu. Até então, Guerrero lutou muito pela posse da bola, lamentou muito
quando os passes não chegavam aos seus pés e, por isso, não escondeu a frustração
por passar em branco.
Mas sobra apoio do chefe. Após o treinamento,
Muricy Ramalho reforçou sua
confiança em Guerrero e destacou a
importância de vê-lo, acima de tudo, bem fisicamente, acreditando que a boa
forma técnica vem como consequência.
– Guerrero está entrando em forma, principalmente
a parte física, algo que estamos apurando. Ele com certeza vai voltar a jogar o
que sempre jogou – avaliou Muricy.
O comandante rubro-negro, também questionado
sobre o posicionamento do camisa 9, disse que espera muita movimentação dele
para que o meio-campo chegue à área adversária para finalizar.
– Temos que respeitar as características do
jogador. Com Patrick, Arão e Mancuello,
vai ser importante ele sair para jogar. Prende bem a bola, faz um excelente
papel de pivô e permite que o time se aproxime. Para nós é fundamental.
Ao “O Globo”, Muricy também
atribuiu o mau 2015 do peruano à falta de estrutura do Fla.
– Estudamos os dados para entender o 12º
lugar e por que se ganha seis partidas, com o Guerrero arrebentando, e perde sete em oito. No Flamengo,
o cara chegava muito bem treinado. Mas, pela falta de aparelhos, ele
destreinava, baixava a parte física. Não pode um jogador desse nível e
categoria chegar tão forte e, de repente, cair. Não é por ele, é pela parte
física.

Com 32 anos completos no último dia 1º,
Guerrero não marca desde 23 de agosto, quando abriu fez o primeiro da vitória
por 2 a 1 sobre o São Paulo. São 18 jogos e quatro gols pelo Flamengo.

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