segunda-feira, setembro 21, 2020
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Clubes fora do Rio passam a temer incompetência da Ferj.

ESPN –
Agora rompidos com a CBF, o temor dos times da Liga Sul-Minas-Rio é de que o
contra-ataque da federação carioca (FERJ), principal opositora ao campeonato,
não se restrinja tão somente à sua realização. Eles não descartam que uma
possível represália de seu presidente Rubens Lopes Filho chegue também através
da atuação dos árbitros ligados à entidade estadual no Brasileiro. O receio é
confirmado informalmente.
Existe,
inclusive, um posicionamento dos clubes ao lado do presidente da federação
catarinense, Delfim de Pádua Peixoto, após os ataques do vascaíno Eurico
Miranda na última semana.
Mario
Celso Petraglia, do Atlético-PR, sugeriu após a rodada da quarta-feira passada
um possível ‘complô’ da federação carioca contra os membros da Primeira Liga,
como foi batizada a competição.
O alvo
de sua revolta foi o árbitro Wagner Nascimento Magalhães, pertencente ao quadro
do Rio de Janeiro, e que, segundo o mandatário rubro-negro, “operou”
a sua equipe no empate em 2 a 2 com o Cruzeiro, na Arena da Baixada.
Ele
foi citado na súmula do jogo e corre o risco de pegar um gancho de até 180 dias
em caso de denúncia do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) por
reclamar da arbitragem ao fim dos noventa minutos.
“Ontem
[quarta-feira] não me contive novamente e fui esperar o trio da arbitragem do
nosso jogo contra o Cruzeiro, lamentável o que estes senhores fizeram!”,
escreveu em sua conta no Twitter.
“Sabemos,
não jogamos bem, mas virem a serviço do sistema para prejudicar o clube que se
alevanta e busca a independência é muita covardia”, prosseguiu.
“A
voz do povo é a voz de Deus, o povão ontem revoltou-se com a arbitragem deste
carioca que trabalha para a FCF que luta conta a Primeira Liga”, concluiu.
A
reclamação, entre os demais integrantes da Liga Sul-Minas-Rio, foi relativizada
pelo fato de neste caso se encontrar do outro lado um outro representante do
grupo, mas a promessa é de atenção total na reta final do Brasileiro para
evitar que o conflito extracampo chegue também ao gramado.
A
entidade conta hoje com 15 clubes – América-MG, Avaí, Atlético-MG, Atlético-PR,
Chapecoense, Coritiba, Criciúma, Cruzeiro, Figueirense, Fluminense, Flamengo,
Inter, Joinville, Grêmio e Paraná – e ainda o interesse de diversos outros em
entrar, caso do Goiás e de um bloco de times da Série B.
A
tabela do campeonato deverá ser anunciada na próxima segunda-feira, de acordo
com Kalil.
Uma
reunião acontecerá antes, nesta sexta-feira, em Belo Horizonte.

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