sexta-feira, setembro 25, 2020
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Contra a Ponte, Guerrero pode estabelecer marca pessoal.

O
Dia – Guerrero, que não faz gol há dois jogos, tem neste domingo, contra a
Ponte Preta, às 16h, no Moisés Lucarelli, a chance de quebrar o pequeno jejum e
estabelecer seu melhor começo em um clube. Além disso, pode superar artilheiros
que passaram recentemente pelo Flamengo. O atacante já tem até funk em sua
homenagem, mas precisa manter a mira em dia para cultivar a idolatria da qual
já goza, apesar do pouco tempo de casa.
Em
cinco jogos com a camisa rubro-negra, foram três gols. Artilheiro nas
categorias de base do Alianza Lima, o peruano se transferiu para o Bayern de
Munique aos 18 anos, em 2002. Apenas dois anos depois, ele estreou pelo time
principal. Nas seis primeiras partidas, balançou a rede quatro vezes. Pelo
Hamburgo, em 2006, passou em branco nos 14 primeiros compromissos. E em 2012,
no Corinthians, só desencantou em seu sétimo jogo.
Além
disso, Guerrero pode superar os últimos artilheiros que fizeram a cabeça dos
rubro-negros recentemente. Adriano, o Imperador, artilheiro do Campeonato
Brasileiro de 2009, quando o Flamengo conquistou o hexa, fez quatro gols nos
seus primeiros seis jogos daquele ano, quando voltou à Gávea. Em 2013, Hernane
Brocador, que depois virou xodó da torcida, balançou a rede somente uma vez na
mesma quantidade de partidas.
Alecsandro
também marcou quatro gols em 2014 nas seis partidas iniciais. Já Vágner Love,
em 2010, teve média de um por jogo – marca do artilheiro do amor é a mais
difícil de igualar. Vale lembrar, porém, que ele e Alecgol iniciaram suas
histórias no Flamengo durante o Campeonato Carioca.
Todos
esses dados não entram em campo, mas servem de motivação para Guerrero mostrar
neste domingo, mais uma vez, que, com a sua chegada, acabou o caô no clube.
Flamengo, um visitante indigesto
Das
seis vitórias conquistadas pelo Flamengo neste Campeonato Brasileiro, todas sob
o comando de Cristóvão Borges, quatro aconteceram fora de casa. Acostumados a
ter a força de sua torcida no Maracanã como principal arma, os rubro-negros
veem a lógica se inverter. Para o treinador, a explicação está na grande
pressão por resultados que o time vivia por causa do início ruim na competição.
“Cheguei
sob muita pressão e necessidade de ganhar. O adversário sabe disse e joga no
nosso erro. O time não tinha ainda a maturidade para aguentar essa ansiedade.
Nos últimos jogos em casa, não perdemos, jogamos de forma lúcida, com a torcida
apoiando”, disse.

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