domingo, setembro 27, 2020
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Contra Flamengo, Atlético-PR lotará Arena da Baixada pela 1ª vez.

Foto: Marcelo Andrade

A
TRIBUNA
: Mais uma vez o Atlético vive a expectativa de ver a Arena da Baixada.
Desde que foi reformado, em 2014, o estádio ainda não recebeu os tão sonhados
40 mil torcedores, o que pode acontecer pela primeira vez nesta quarta-feira,
quando o Furacão recebe o Flamengo, às 21h45, pela quarta rodada do Grupo 4 da
Libertadores.

O
Rubro-Negro divulgou na manhã desta quarta-feira (25) restavam apenas cerca de
1100 ingressos à venda. Do lado flamenguista, os bilhetes já estão esgotados.
Assim, a tendência é que a Arena esteja um verdadeiro caldeirão para incentivar
o Atlético para alcançar a vitória e entrar na zona de classificação. Uma
pressão que anima o meia Lucho González.
“Jogar
em casa em uma competição como essa sempre é muito importante, a nossa torcida
sempre nos apoia e tenho certeza que contra o Flamengo mais uma vez será assim,
então temos que contar com esse fator para colocar pressão. Mas somos
conscientes que a situação atual não é fácil para assistir futebol. A gente faz
grandes sacrifícios no dia a dia e esperamos que possamos superar esse recorde,
com a torcida nos apoiando sempre”, disse o argentino, lembrando do lado
financeiro. Os ingressos na Baixada custam R$ 150 a inteira e R$ 75 a meia.
Até
aqui, o Rubro-Negro tem uma média de 13.876 torcedores por partida. O melhor
público do ano até aqui foi no amistoso em 0x0 com o Peñarol, do Uruguai, o
primeiro compromisso do ano, quando 29.367 pessoas foram ao estádio. Em jogos
oficiais, a vitória por 1×0 sobre o Paraná Clube, nas quartas de final do
Campeonato Paranaense, foi a que teve o maior número de torcedores, com 22.893
pagantes
O
técnico Paulo Autuori também espera casa cheia e um clima totalmente favorável
ao Furacão, ao contrário do que se viu em outras partidas, justamente porque o
confronto tem clima de decisão e que motiva os torcedores a comparecerem.
“O
calendário brasileiro tem que permitir jogos dessa natureza para que permitam o
estádio ficar cheio. O torcedor tem que ter avidez de vir ao estádio. A
vulgarização do futebol brasileiro está em função de ter jogos toda hora e que
não valem nada. Ter uma semifinal com sete mil pessoas… e parece que está tudo
bem. O futebol brasileiro está horroroso e isso é uma prova. Amanhã vamos ver
um estádio cheio, com uma atmosfera fundamental”, afirmou o treinador,
aproveitando para mais uma vez reclamar do calendário brasileiro.

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