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Veja a análise completa do confronto entre o Flamengo e o Defensa nas oitavas da Libertadores 2021

Em termos de planejamento tático, ainda é cedo para dizer quanta influência Renato Gaúcho terá no Flamengo. Dito isso, continuamos a discutir o outro lado do velho movimento bretão que é tão importante quanto qualquer estratégia de jogo (ou ainda mais importante).

É sobre confiança e foco. A este respeito, RENIGHT no banco de reservas acrescentou outro ambiente às equipas de Gabigol, Bruno Henrique, Arrascaeta e outros. Na verdade, a derrota da Defensa y Justicia mostrou-nos um flamengo mais leve, atraente e confiante.

A atuação destacada de Gustavo Henrique, Michael e Vitinho comprovou isso. Nos primeiros 30 minutos de jogo na Arena Mané Garrincha, o time comandado por Renato Gaúcho tem um leque tático e um território amplo.

Flamengo Defensa
Foto: Reprodução

Não é que ele tenha feito grandes mudanças em seu time, ou dado alguma orientação específica para este ou aquele jogador. Por outro lado, fica claro que o Flamengo está mais solto e relaxado frente aos jogadores defensivos de Sebastian Becachez em 5-3-2, sendo que eles não conseguem conter Bruno Henrique e Gabigol segue avançando.

No popular movimento “machete”. Renato Gaúcho repetiu no Flamengo o habitual 4-2-3-1 de seu time e dominou completamente o Defensa y Justicia no primeiro tempo. Gabigol e Bruno Henrique torturaram a vida da equipe de Sebastián Beccacece e contaram com as ofensas de Diego, Isla e Filipe Luís.

O amplo domínio do Flamengo e a dominância no placar acabou fazendo com que os jogadores tentassem mais chutes e perdessem um pouco a atenção, e (assim) diminuíssem o ritmo tenso dos primeiros minutos. Sebastian Becaches mandou o atacante Contreras no primeiro tempo e mandou o lateral Trepicchio para o campo.

Mas o gol do Defensa y Justicia nasceu de um verdadeiro apagão de Diego Alves e de todo o sistema defensivo do Flamengo aos 41 minutos. E o mais interessante é que a tentativa do toque de efeito quando Loaiza fechava a linha de passe não foi o único erro do goleiro rubro-negro.

Momentos antes de forçar o passe pelo meio para Diego, Gustavo Henrique, Rodrigo Caio e até mesmo Filipe Luís apareciam como opções melhores. Trapalhada que lembrou tempos mais sombrios e menos vitoriosos da equipe rubro-negra.


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