sexta-feira, setembro 25, 2020
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Deputados do Rio de Janeiro aprovam retirada de cadeiras de setores do Maracanã

O primeiro passo pode ter sido dado pela volta de uma grande tradição do futebol carioca. O Maracanã pode voltar a ter uma “Geral”: nesta terça-feira (24), a ALERJ (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) aprovou projeto de lei que libera a retirada de cadeiras de setores inferiores do Maracanã.

A proposta, apresentada pelos deputados André Ceciliano e Zeidan Lula, ambos do PT, fala na retirada de cadeiras dos setores inferiores do estádio com um objetivo claro: a criação de setores populares, com ingressos mais baratos. A justificativa do projeto é, justamente, baseada nos altos preços dos ingressos. No texto, os políticos afirmam que o Maracanã “necessita reforçar seus laços históricos com as parcelas da população de menor renda. A autorização para obras que venham a proporcionar o surgimento de setores com preços populares é o pontapé inicial para que o Maracanã reencontre a sua história e reforce os seus laços com seu povo, muitas vezes afastado pelo processo de elitização do futebol”.

A aprovação na ALERJ, porém, é só um passo para que o Maracanã torne a ter setores populares. Desejo antigo do Flamengo, os setores sem cadeira ainda necessitariam de maior tempo para implementação. Nesta terça-feira, o jornalista Cahê Mota, do portal GloboEsporte.com, publicou no twitter uma série de informações sobre as obras necessárias para que o sonho se torne realidade. De acordo com Mota, ainda há diversos passos para que a obra sequer saia do papel: no texto, cita “estudo minucioso do impacto estrutural, formatação de um projeto, aprovação do projeto, orçar o projeto, abrir licitação e, por fim, executá-lo”. O setorista detalha as reformas estruturais pelas quais o estádio precisaria passar: mudanças no degraus, aumento do número de banheiros, alterações nos acessos e instalação de novas barreiras são lembrados.

O jornalista encerra a sequência de tweets ressaltando que, para que as reformas aconteçam, o estádio precisaria ser fechado, gerando prejuízo. Além disso, o responsável pela obra seria o permissionário definitivo do Maracanã – no momento, Flamengo e Fluminense têm concessão provisória.

Por: Coluna do Fla

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