sábado, setembro 26, 2020
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Enfim, o Brasileirão.

Buteco
do Flamengo – “Todo jogador do Flamengo deve aprender o básico do manual
rubro-negrismo: raça, amor e paixão” – Diego Hermínio. ​​
Três
meses depois e o “ruralito” carioca se despediu da gente, levando
para a história a sua decadência em todos os quesitos avaliados pela crítica,
acrescida de vergonhosas práticas varzeanas, dignas das piores peladas valendo
caixas de cerveja, nas manhãs de domingo, para o relaxamento da labuta semanal.
O campeão da vez é a imagem do atraso em gestão, modelo do retrocesso que
domina todo o futebol brasileiro, com raras e boas exceções;
Campeonato
decadente, mas não acabado e enterrado de vez, pois pode ser racionalizado se
diminuírem seu tempo de duração e a quantidade de clubes participantes, sendo a
maioria incapaz de levar 800 torcedores a pelo menos um jogo, sabendo-se que
tais agremiações chegam a 12 no atual formato, entre os que pelejam, o que
representa 75% do total dos clubes que disputam o Estadual.
Podemos
combinar que não há mágica que faça os quatro clubes grandes, que
proporcionaram entre si partidas com mais de 50 mil pessoas presentes,
contabilizarem lucros com essa competição cuja maioria das partidas foi de uma
chatice de fazer butequeiro ir dormir, conforme confessado aqui várias vezes.
Que charme tem nisso?
Torço
para que a razão prevaleça entre os dirigentes da FERJ e dos clubes, embora não
acredite que vá ocorrer alguma mudança importante em benefício do futebol e do
torcedor, sabedor do perfil dos envolvidos na questão, conhecido por todos que
acompanham, mesmo de longe, os bastidores da federação;
Igualmente
volto minha torcida para que a comissão técnica do Flamengo tenha feito as
óbvias conclusões que o 1o quadrimestre do ano ofereceu para a constituição do
elenco para o restante da temporada. Do lado de fora, até o quero-quero
rubro-negro que sobrevoa o Maracanã sabe onde estão as deficiências do time,
quem falta, quem sobra, quem sobe, quem desce e quem está a fim de encarar um
Brasileirão daqui para a frente a partir do próximo final de semana;
Através
de muitas vitórias inesperadas e algumas derrotas imprevisíveis, aprendi a não
usar uma régua rígida para avaliar o que vem pela frente nas partidas de
futebol. Uso a flexível ferramenta francesa, queridinha dos arquitetos antes
dos traços mágicos efetuados no computador, considerando a ilógica função que
rege os 90′ durante os quais a bola rola dentro das quatro linhas;
Encaro
tediosamente conclusões açodadas do tipo “Se empatou com o Bambala na
quarta-feira, dentro de casa, será goleado pelo Poderoso Esporte Clube, fora de
seus domínios, na rodada seguinte” ou “Se venceu o Barcelona hoje,
amanhã vai enfiar 18 gols no São Cristóvão”. Em incontáveis oportunidades vi
acontecer tudo ao contrário, como se a matemática alertasse pela enésima vez os
incautos para abstraí-la desse raciocínio eivado de objetividade, pois esse tal
de futebol não é a sua praia. Vasco no Rio, Santos em São Paulo e Operário no
Paraná, dados como meros participantes dos respectivos estaduais no início do
ano escutaram esse aviso;
Confesso
gostar mais do Flamengo do que de futebol e embora não curta muito,
tecnicamente, o atual elenco à disposição do Vanderlei Luxemburgo e, ainda, por
tudo acima citado, espero que façamos três vitórias contra o São Paulo, Sport e
Avaí para embalar o time no tranco da empolgação, levando a torcida junto e
fazermos um ótimo Campeonato Brasileiro.
Que os
Deuses Rubro-Negros digam Amém!
SRN!
Carlos
Mouta

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