Estádio Olímpico Pedro Ludovico é eleito o pior estádio da Série A.

André Naves/Wikimedia

ESPN:   O Santos tem um desafio extra neste sábado,
às 19h (de Brasília), quando enfrenta o Atlético-GO, pela 11ª rodada do
Campeonato Brasileiro.

Além
de tentar vencer o “Dragão” em seus domínios, o “Peixe”
terá que lidar com os percalços de atuar no pior estádio do Brasil, de acordo
com relatórios da CBF (Confederação Brasileira de Futebol).
No
último RDJ (Relatório de Delegado do Jogo) feito no Estádio Olímpico Pedro
Ludovico, após Atlético-GO 0 x 1 Atlético-PR, no dia 17 de junho, foram
constatas a ausência de vários itens básicos requeridos pela Confederação.
De
acordo com o documento, o estádio não possui ventilador nem ar condicionado nos
vestiários dos atletas. Também não tem geladeira (para armazenamento de água e
bebidas isotônicas), máquina de fazer gelo, armários com cabides e internet
(Wi-Fi ou por cabo).
Nos
vestiários dos árbitros, tampouco há ar condicionado ou ventilador. Também não
foram encontrados o número mínimo de chuveiros e armários com cabides.
Inexistem banheiras de hidromassagem, macas para massagem, área interna para
aquecimento de no mínimo 30m² e internet. 
Pior
ainda: não há geladeira ou freezer na sala de controle antidoping, sendo que os
itens são obrigatórios para armazenamento das amostras.
“É
utilizada caixa térmica com gelo para manter a aguá”, escreveu o delegado
do jogo, citando a “gambiarra” improvisada feita pelos organizadores.
Na
sala de antidoping, não há nem mesmo o mínimo de seis lixeiras requeridas pela
CBF. Também inexiste qualquer tipo de ventilação ou ar condicionado.
Em
todos os outros estádios usados normalmente na Série A do Brasileirão, todos
esses itens ausentes no Pedro Ludovico podem ser encontrados – com exceção das
banheiras de hidromassagem para os árbitros, uma novidade da CBF à qual os
clubes ainda não tiveram tempo de se adaptar.
No
total, foram reportadas 21 deficiências no Estádio Olímpico de Goiânia, que o
Atlético-GO costuma usar em em partidas de menor apelo. É um número superior à
média do acompanhado em outros relatórios da competição na nova iniciativa da
CBF. 
No
Serra Dourada, onde o “Dragão” também atua em algumas ocasiões, a
situação é semelhante, como mostrou matéria do ESPN.com.br em 30 de maio.
Um
fato inusitado reportado pelo delegado em Atlético-GO x Atlético-PR foi a
presença de um “jabá” travestido de faixa de torcida organizada em um
local proibido da arena goiana.
“A
faixa colocada pela torcida uniformizada do Atlético no parapeito entre a
antiga geral e a arquibancada leva o logotipo e o nome da empresa Águia
Industrial Química, empresa essa de indústria de materiais de limpeza,
patrocinadora da torcida”, diz o documento.

Por: FlaHoje

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